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Chapa de Riquelme vence eleições e vai comandar Boca Juniors até 2023

30.nov.2019 - Torcedores do Boca Junior usam máscara do ídolo do clube Juan Román Riquelme - Alejandro Pagni/AFP
30.nov.2019 - Torcedores do Boca Junior usam máscara do ídolo do clube Juan Román Riquelme Imagem: Alejandro Pagni/AFP
do UOL

Do UOL, em São Paulo

09/12/2019 10h08

A chapa de oposição, que tinha o ídolo Juan Román Riquelme concorrendo ao posto de segundo vice-presidente, venceu ontem as eleições para comandar o Boca Juniors, da Argentina. A nova diretoria, presidida por Jorge Amor Ameal, ficará no comando até 2023.

O resultado foi anunciado pelo clube no Twitter. O pleito teve recorde de participação: 38.363 sócios votaram para escolher o novo presidente.

Mesmo com as apurações ainda em fase de finalização na madrugada, a chapa derrotada reconheceu o resultado. No Twitter, o candidato da situação, Christian Gribaudo, parabenizou Ameal pela vitória.

"A maioria dos sócios elegeu a chapa encabeçada por Jorge Amor Ameal para assumir o clube. Minhas felicitações para o novo presidente. Como sócio e torcedor, seguirei apoiando esta camiseta e estas cores", escreveu Gribaudo.

Maradona critica Riquelme

As eleições para a presidência do Boca Juniors foi marcada por troca de farpas entre situação e oposição. Na sexta-feira (6), o ídolo argentino Maradona fez duras críticas a Riquelme e ao primeiro vice-presidente, Mario Pergolin.

"Eu digo ao fã do Boca que este locutor [Pergolini] e este ídolo do futebol [Riquelme] não sabem nada sobre política, eles têm gestão zero. E, além disso, eles apoiam o pior presidente da história do clube", disse Maradona pelo Instagram.

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