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Após Wilder culpar fantasia por revés, designer revela conversa por nova vestimenta

Ag. Fight

27/02/2020 18h33

A derrota para Tyson Fury, e consequente perda do cinturão do Conselho Mundial de Boxe (WBC), não vai fazer Deontay Wilder abandonar as descontraídas fantasias que utiliza nas entradas de suas lutas. Nem mesmo o fato de ter apontado o peso excessivo de sua vestimenta no combate do último sábado como um dos motivos pelo revés sofrido parece ter mudado sua opinião sobre o assunto. À emissora americana 'CBS 42', Cosmo Lombino e Donato Crowley - responsáveis pela empresa 'Cosmo's Glamsquad' - revelaram que o pugilista já inclusive fez contato com eles para conversar sobre a próxima indumentária a ser usada na próxima luta.

O relato é, no mínimo, confuso, tendo em vista que o próprio Deontay culpou a pesada vestimenta, de quase 20 kg, por um suposto cansaço em suas pernas, que teria contribuído para sua derrota no último sábado. Durante o combate, o americano foi dominado de tal forma por Fury que obrigou seu corner a jogar a toalha em sinal de desistência e interromper a luta no sétimo round. Porém, de acordo com os designers responsáveis pela fantasia do boxeador, as duas partes já se comunicaram para aparar qualquer aresta que pudesse existir e começaram a programar um trabalho em conjunto futuro.

"Deontay Wilder me ligou em casa ontem de noite. Nós tivemos uma conversa honesta e extensa que colocou um ponto final nos rumores e confusões, Reiterando que ele nos considera 'família', Deontay deixou muito claro que ele anseia por futuras colaborações. O assunto da ligação então se transformou em 'Wilder vs Fury III'. Todos nós consideramos um privilégio contribuir para o legado cultural e profissional do ícone Deontay Wilder. Como uma empresa fashion, eu não vejo honra maior ou responsabilidade com a qual nosso time pudesse ser confiado", declarou Crowley à 'CBS 42'.

Com a derrota para Tyson Fury, Deontay Wilder perdeu a invencibilidade que ostentava em 43 combates profissionais, além do título mundial do Conselho Mundial de Boxe. Um terceiro confronto entre os dois pesos-pesados - que já haviam se enfrentado em dezembro de 2018, em luta que terminou empatada - pode acontecer, já que, aparentemente, existia uma cláusula contratual garantindo a trilogia caso o americano fosse superado.

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