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Após empate, Marcão fala em 'pior sensação possível' e explica mudanças

Marcão acredita que Fluminense vai conseguir sair da situação incômoda no Brasileiro - Lucas Merçon/Fluminense FC
Marcão acredita que Fluminense vai conseguir sair da situação incômoda no Brasileiro Imagem: Lucas Merçon/Fluminense FC
do UOL

Do UOL, no Rio de Janeiro (RJ)

16/11/2019 22h08

Após o empate do Fluminense com o Atlético-MG, partida em que o Galo chegou à igualdade no placar nos minutos finais, o técnico Marcão afirmou que a sensação 'é a pior possível' e explicou também as mudanças que fez no time no decorrer da partida, salientando que o meia Ganso pediu para sair.

Ainda no primeiro tempo, o treinador tricolor teve de colocar Igor Julião na vaga de Orinho, que sentiu uma lesão na coxa esquerda. No segundo tempo, ele acionou Wellington Nem, que entrou no lugar de Yony, e o volante Dodi, que substituiu Ganso.

O Fluminense abriu o placar aos 15 minutos do primeiro tempo, com gol contra de Patric, e o Galo balançou a rede aos 43 minutos do segundo tempo.

"A sensação é a pior possível, mas a entrega deles [jogadores] temos que enaltecer. Queríamos sair daqui com a vitória, até para colocar pressão nas outras equipes. Tivemos algumas trocas por questões físicas. O Orinho machucou, o Yony sentiu. O Paulo, a mesma coisa, sentiu e pediu para ser trocado", disse ele, que completou:

"Tomar um gol faltando poucos minutos... Temos de analisar tudo o que aconteceu. Vamos estudar com calma durante a semana. Em jogos tão importantes, como vão ser os próximos, temos de ser melhores".

Questionado se o Fluminense recuou demais no fim da partida, Marcão fez elogios ao Atlético-MG e apontou que a equipe mineira pressionou a linha de marcação.

"O Atlético também tem uma grande equipe, com peças importantes no elenco. Em algum momento, o Mancini iria tentar mudar o jogo. Eles pressionaram as nossas linhas, e coloquei o Wellington para buscar um contra-ataque para definir a partida. Mas eles foram muito fortes. temos de dar méritos. A gente joga 80% ou 70% no campo do adversário, mas eles também vão pressionar", apontou.

O técnico garantiu ainda que o elenco está comprometido em fazer o Fluminense sair da situação incômodo em que se encontra no Campeonato Brasileiro - o time está com 35 pontos, mesmo número do Cruzeiro, que está na zona e entra em campo na segunda-feira (18).

"Queremos dar a vitória para o nosso torcedor. Eles vêm, nos apoiam os 90 minutos... O sentimento é muito ruim por não conseguir dar esse prêmio. Mas, vamos continuar trabalhando. O comprometimento é total de todos. No final, queremos premiar todo mundo que está torcendo por nós", afirmou.

Com o empate, o Fluminense tem de torcer contra o Cruzeiro, que encara o Avaí na segunda-feira (18), para não retornar ao Z4.

"A briga é muito árdua, difícil. Confio muito nos nossos atletas, na dedicação deles. No que depender de nós, vamos brigar muito ainda. A gente depende de outro resultado, mas vai acontecer coisa legal para gente na frente, tenho certeza".

Errata: o texto foi atualizado
Ao contrário do que foi publicado, o jogo entre Cruzeiro e Avaí acontece nesta segunda-feira (18), e não neste domingo (17). O erro foi corrigido.

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