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Lucas fala sobre o BBB: 'Não me acho um vilão, não. Entrei para competir'

Reproduçao/Globo
Imagem: Reproduçao/Globo
do UOL

Do UOL, em São Paulo

19/02/2020 12h40

Quarto eliminado do BBB 20, Lucas afirmou que não se viu como um vilão - ou um dos vilões - desta edição do reality show. Ele deixou a casa com 62,62% dos votos do público, em disputa com Babu Santana e Victor Hugo no paredão.

Cada um tem a sua maneira de interpretar as coisas, mas eu não me acho um vilão, não. Eu entrei para competir."

Lucas ganhou a fama de "influenciador", ao se dizer "oito ou 80", não doar estalecas e ter uma postura firme no reality.

"A minha estratégia era ser eu mesmo, não interpretar nenhum personagem. As pessoas gostando ou não do meu jeito de ser, eu não iria ser quem eu não sou. Fui a mesma pessoa do início ao fim", afirmou ele, que explicou sua decisão de não doar estalecas, o que irritou muita gente.

"O 'Big Brother Brasil' é uma competição, um jogo. Fiz isso para desestabilizar os outros participantes. Eles usaram as armas deles para me desestabilizar e eu usei as minhas. Achei que era válido", disse Lucas. "Não me arrependo. Faria de novo e, se eu voltasse desse paredão, seria zero estalecas mais uma vez (risos). Se desse para desestabilizar os outros jogadores, desestabilizaria o máximo possível."

Para ele, o motivo de sua eliminação foi muita gente do público ter "se deixado levar pelo que ouviu dizer, pelos burburinhos. Isso pode ter influenciado na minha saída. O BBB tem torcidas muito fortes". E, apesar das críticas, afirmou que teve muitas coisas positivas em sua participação.

"Fico bem feliz de ter conseguido influenciar bastante gente, assim como influenciei o Guilherme e o Babu a pararem de fumar, o Hadson a não falar tanta besteira. Espero conseguir influenciar cada vez mais gente pelo lado positivo", opinou Lucas.

O agora ex-BBB ainda afirmou que vê Prior como o mais forte no jogo e o amigo também é para quem Lucas torce que vença o reality.

"O nosso pensamento de ser competitivo, de ganhar as provas, era muito parecido. A gente tinha muitas ideias diferentes também, mas um respeitava o outro, independente de concordar não. Cada um agia conforme seu coração mandasse", falou ele, sobre sua relação com o "brother".

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