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Super Bowl terá batalha de Trump, Bloomberg e grandes marcas por atenção

San Francisco 49ers e Kansas City Chiefs decidem temporada da NFL no domingo, em jogo que também colocará adversários políticos no centro do debate - Kevin C. Cox/Getty Images
San Francisco 49ers e Kansas City Chiefs decidem temporada da NFL no domingo, em jogo que também colocará adversários políticos no centro do debate Imagem: Kevin C. Cox/Getty Images

Sheila Dang

27/01/2020 16h27

Quando o San Francisco 49ers e o Kansas City Chiefs se enfrentarem no Super Bowl 2020 da Liga Nacional de Futebol Americano em Miami, no domingo, candidatos bilionários à Presidência dos Estados Unidos lutarão por atenção, enquanto grandes marcas com mensagens positivas esperam levar harmonia à atmosfera política dividida.

O presidente Donald Trump e o pré-candidato democrata à Presidência Michael Bloomberg estão gastando US$ 10 milhões cada para atrair diretamente os eleitores que assistem ao grande confronto, um evento sem precedentes na história do Super Bowl. A presença deles ameaça sugar o oxigênio do maior evento televisivo do ano nos EUA, quando quase 100 milhões de espectadores norte-americanos estão sintonizados.

Este ano, as marcas estão gastando um recorde de até US$ 5,6 milhões em um comercial de 30 segundos, disseram especialistas em marketing.

Para proteger as marcas da briga política — a campanha da Bloomberg disse que planeja exibir um anúncio de ataque durante o Super Bowl —, a Fox Corp planeja isolar os dois anúncios e cercá-los de anúncios de seus próprios programas, de acordo com uma pessoa familiarizada com o assunto.

Ao UOL, Paulo Antunes explica o Super Bowl e os times que o jogarão em 2020

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