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Federer bate Djokovic, elimina rival e garante Nadal no topo do ranking

14/11/2019 19h24

Londres, 14 nov (EFE).- em confronto direto que valia a segunda vaga do grupo Bjorn Borg nas semifinais do ATP Finals, o suíço Roger quebrou um jejum de quatro anos, venceu o sérvio Novak Djokovic, se classificou e ainda garantiu o espanhol Rafael Nadal na liderança do ranking ao término da temporada.

Federer não batia Djokovic desde o Finals de 2015. Na ocasião, superou o rival também na fase de grupos, mas o reencontrou na decisão naquela ocasião e foi derrotado. Vieram ainda reveses nos Masters 1000 de Cincinnati e Paris de 2018 e na final de Wimbledon deste ano, em que o suíço desperdiçou dois match points no saque.

Hoje, o atual terceiro colocado do ranking mundial venceu por 2 sets a 0, com parciais de 6-4 e 6-3, em uma hora e 12 minutos, e teve a revanche. De quebra, passou de fase, deixando 'Nole' pelo caminho pela primeira vez desde 2011 - no período, a exceção foi 2017, ano em que ele encerrou a temporada mais cedo devido a uma lesão.

A liderança do grupo ficou com o austríaco Dominic Thiem, que já havia batido Federer e Djokovic e mais cedo perdeu para o italiano Matteo Berrettini, já eliminado, em sets diretos, com 7-6(3) e 6-3, em uma hora e 26 minutos.

Na luta pela liderança do ranking na temporada, que estava restrita a dois tenistas, quem se deu melhor foi Nadal, mais velho a terminar o ano no topo, aos 33 anos e cinco meses. Para ultrapassar o espanhol, o sérvio precisava do sexto título do Finals, que acabou não vindo.

O 'Touro Miúra' ainda luta para ser campeão do torneio pela primeira vez e nesta sexta precisará bater o grego Stefanos Tsitsipas, já classificado, e ainda torcer pelo russo Daniil Medvedev contra o alemão Alexander Zverev.

Nas duplas, o brasileiro Marcelo Melo e polonês Lukasz Kubot se classificaram na segunda posição do grupo Jonas Bjorkman ao terem batido o americano Rajeev Ram e o britânico Joe Salisbury. O primeiro lugar foi do sul-africano Raven Klaasen e o neozelandês Michael Venus. EFE

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