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Pai de piloto pode comprar Aston Martin e dar nome da marca a equipe de F1

Marca, atual patrocinadora da Red Bull, poderia dar nome à atual Racing Point, na qual corre Lance Stroll - Mark Thompson/Getty Images
Marca, atual patrocinadora da Red Bull, poderia dar nome à atual Racing Point, na qual corre Lance Stroll Imagem: Mark Thompson/Getty Images
do UOL

Do UOL, em São Paulo

06/12/2019 18h25

O pai de Lance Stroll, piloto canadense da Racing Point, pode ser um dos responsáveis por uma novidade na Fórmula 1: a volta da Aston Martin à categoria como equipe. A informação foi divulgada de forma conjunta pelo site RaceFans.net e pela revista britânica Autocar.

Lawrence Stroll, bilionário do mundo da moda e pai de Lance, lidera o consórcio que comprou a Force India em 2018, salvando a equipe da falência e dando a ela o nome de Racing Point. Agora, o empresário está à frente de um grupo que é cotado para assumir o controle da Aston Martin.

De acordo com a reportagem dos dois veículos, a eventual compra da fabricante de carros de luxo faria com que a Racing Point mudasse de nome. Lawrence Stroll poderia rebatizar a equipe atual parar dar mais visibilidade à marca Aston Martin - que, atualmente, é patrocinadora máster da Red Bull. Curiosamente, tanto os carros da Aston Martin quanto os da Racing Point contam com motores Mercedes.

A reportagem do site e da revista afirma que Lawrence Stroll "considera a compra da Aston martin para tirar vantagem da queda de seu valor desde as mudanças no mercado de ações de Londres em 2018". "O preço das ações da Aston Martin caiu de 19 libras para cerca de 5 libras cada, o que significou uma perda de mais de 80 milhões de libras nos seis primeiros meses de 2019", explica o texto publicado no RaceFans.net.

Os veículos não indicam prazos para que a situação da Aston Martin se defina. No entanto, o acerto possivelmente faria com que os carros do time adotassem uma pintura em British Racing green, o tradicional tom de verde que adorna carros de corrida britânicos.

A Aston Martin disputou corridas esporádicas na Fórmula 1 em 1959 e 1960, contando com o britânico Roy Salvadori, o norte-americano Carroll Shelby e o francês Maurice Trintignant em seus carros. Em cinco corridas, o time conseguiu duas vezes o sexto lugar (ambos com Salvadori em 1959, nos GPs da Inglaterra e de Portugal), quando a posição não rendia pontos.

Já a Racing Point é a sucessora da Jordan na Fórmula 1. A equipe de Eddie Jordan esteve na categoria entre 1991 e 2005 e, diante de trocas de nomes de proprietários, já virou Midland (2006), Spyker (2007) e Force India (2008 a 2018).

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