PUBLICIDADE
Topo
Entretenimento

Entretenimento

REPORTAGEM

Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.

Arrecadação de direitos autorais no país cai 75% no 1º semestre

Maiara e Maraisa; dupla foi uma das mais impactadas pela proibição de shows - Reprodução / Internet
Maiara e Maraisa; dupla foi uma das mais impactadas pela proibição de shows Imagem: Reprodução / Internet
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

do UOL

Colunista do UOL

15/09/2021 13h05

A arrecadação (e pagamento) de direitos autorais musicais caiu pelo menos 75% no primeiro semestre de 2021 na comparação com o ano passado.

O problema maior é que no ano passado já havia ocorrido uma forte queda, segundo o Ecad (Escritório Central de Arrecadação).

Ou seja, o setor da música —tanto para exibições como para ganhos com direitos autorais— continua sendo fortemente impactado pela pandemia de coronavírus.

A despeito do aumento da população vacinada, a retomada dos shows presenciais continua sendo uma esperança, mas não tão próxima.

O plano do governo de São Paulo, por exemplo, é liberar shows e eventos com público em pé em pistas de dança e estádios, por exemplo.

Mas tudo depende ainda de os números de casos de coronavírus continuarem a cair --o que, graças a Deus, está ocorrendo.

Em 2020, a quantidade de shows e eventos realizados no país caiu 80% comparado a 2019.

Naquele ano aconteceram mais de 83 mil espetáculos e eventos (oficiais) por todo o país. Fora os eventos clandestinos, claro.

Já no ano passado, foram apenas 15 mil apresentações, com a grande maioria realizada ainda no primeiro trimestre, antes de ser decretado o "fechamento" da economia.

"O segmento de shows e eventos é muito importante para os compositores e artistas no Brasil, e foi esse um dos segmentos que mais sofreu e é o que mais depende do avanço da vacinação e da imunização da população", avalia Isabel Amorim, superintendente executiva do Ecad.

Ricardo Feltrin no Twitter, Facebook, Instagram e site Ooops

Entretenimento