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Sidney Magal manda Faustão 'calar a boca' em casa: 'Digo aos outros'

Sidney Magal participou de entrevista no programa "A Culpa é do Cabral" - Reprodução
Sidney Magal participou de entrevista no programa "A Culpa é do Cabral" Imagem: Reprodução
do UOL

Do UOL, em São Paulo

26/02/2021 12h05Atualizada em 26/02/2021 15h39

O cantor Sidney Magal contou ao "A Culpa é do Cabral" que quando assiste ao apresentador Faustão aos domingos, ele pede para o jornalista se calar.

"Ele quer ser engraçado e fazer tudo ao mesmo tempo. Quando estou em casa, eu fico dizendo 'cala a boca, Faustão' para os outros. Quando estou lá, eu acato e respeito porque sei que é a característica dele", disse Magal.

O artista deixou claro que a crítica era, na verdade, baseada no bom humor e que o comandante do "Domingão do Faustão" é um grande comunicador.

"Um grande comunicador e um cara incrível que eu adoro. Tudo que a gente possa fazer de crítica, será divertida e ele tem consciência disso. Ele tem um pensamento muito rápido", completou ao ser entrevistado pelo "A Culpa é do Cabral".

Faustão - Reprodução/TV Globo - Reprodução/TV Globo
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Imagem: Reprodução/TV Globo

Ele também compartilhou momentos, no mínimo, inusitados que já viveu durante a sua carreira. Um deles foi um fã que veio cumprimentar o artista enquanto eles estavam... no banheiro!

"A coisa mais importante é o respeito e o carinho dos meus fãs. Tem um a história no banheiro de Congonhas [aeroporto em São Paulo]. O cara fazendo 'pipi' do meu lado e disse: 'Magal, que prazer'. Deu uma sacudida e esticou a mão", disse Magal, aos risos.

Na entrevista ao "A Culpa é do Cabral", que vai ao ar na próxima segunda-feira (1/03) às 22h (de Brasília), o cantor conta que contornou a situação.

"Eu olhei para ele e disse: se quer ter prazer mesmo, vá lavar a mão", completou.

O cantor de 70 anos está passando o período de isolamento social da pandemia de coronavírus em Salvador, na Bahia. Ele ainda relembrou o início da sua carreira, mas antes da música: na infância vendendo livros e com uma passagem pelo Exército.

"Eu fui vendedor e não vendi nada. Tentava convencer e a pessoa dizia que era muito caro e eu dizia que ela estava certa. Depois, servi ao Exército, saí com uma medalha de honra ao mérito. Era o cabo 694 do Oitavo Grupo de Artilharia e Costa Motorizada no Leblon (RJ)", lembrou.

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