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Presidente do Barça projeta Messi no clube após 2021: joga cada vez melhor

 LLUIS GENE / AFP
Messi durante partida do Barcelona contra o Valencia Imagem: LLUIS GENE / AFP

2019-02-19T07:14:24

19/02/2019 07h14

O presidente do Barcelona, Josep Maria Bartomeu, acredita que Lionel Messi prolongará sua carreira além do contrato de duas temporadas que tem atualmente, até 2021, mas diz que, de qualquer forma, seu clube já trabalha em preparar um futuro onde não poderá contar com o craque argentino em campo.

"Já estamos pensando nisso, mas é um futuro ainda distante. Ele é um jovem jogador, ele tem 31 anos, seu desempenho é muito bom, ele joga cada vez melhor e eu não sei como ele faz isso", afirmou o dirigente, em entrevista publicada nesta terça-feira pelo jornal francês "Le Figaro", por ocasião da partida das oitavas de final da Liga dos Campeões da Europa que acontece nesta terça-feira, entre o Barça e Lyon, às 17h (de Brasília).

"Quando Messi parar de jogar com a gente, ninguém pode substitui-lo. É impossível! Atrás de Messi, não há ninguém. Nem no Barça, nem em qualquer outro lugar. O treinador, então, tem que pensar sobre como a equipe vai jogar", afirmou.

De acordo com Bartomeu, há "três escolas" que sempre interessam ao clube catalão: a brasileira, holandesa "e em particular a francesa". "Os grandes talentos saem desses três países", ressalta.

Questionado sobre Adrien Rabiot, o presidente do Barça responde que não houve nenhum contato com o meio-campo francês - em conflito com o seu clube, o Paris Saint-Germain -. "E se houvesse, eu não poderia te dizer", assegura.

Sobre a possibilidade de Neymar voltar a vestir a camisa da equipe catalã, ele lembrou que em nenhum momento seu pai ou o próprio atacante brasileiro, que defende o PSG, entrou em contato com o Barcelona.

"O Barça apostou em dois jogadores ofensivos, Ousmane Dembélé e Philippe Coutinho, que compramos com a venda do Neymar", declarou.

Ele insiste que, para o Barcelona, a ambição é ter grandes jogadores "para vencer, não para fazer negócios". No caso de Neymar, o dirigente lembrou que o clube não queria os 222 milhões de euros que o PSG pagou pelo atacante.

E por esse mesmo motivo deixa claro que nomes como Messi, Piqué ou Busquet "não estão à venda"

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