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Igreja Universal nega crise em Angola e se diz vítima de fraude

Universal tem mais de 200 templos em Angola e diz que vai processar ex-fiéis - Divulgação/IURD
Universal tem mais de 200 templos em Angola e diz que vai processar ex-fiéis Imagem: Divulgação/IURD
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

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Colunista do UOL

30/11/2019 00h09

Resumo da notícia

  • Ex-pastores criaram fakenews e fraude, diz igreja
  • Eles divulgaram nota de 'rompimento' com Edir Macedo
  • A igreja diz que eles não fazem parte de seus quadros

A Igreja Universal divulgou uma nota oficial nesta sexta-feira (29) em que nega que exista qualquer crise ou rompimento dentro da instituição em Angola, África.

Segundo a igreja, a história de que pastores romperam com Edir Macedo e querem expulsar os brasileiros de Angola é uma "fakenews" criada por um grupo de fiéis expulsos.

A notícia foi publicada no site da BBC Brasil.

A Igreja Universal afirma que o grupo também cometeu uma espécie de fraude.

"Esses ex-oficiais da Universal circularam uma folha de papel em branco, incentivando pastores a assiná-la como se fosse relativa a uma reunião", diz a nota.

"Na verdade, anexaram às assinaturas um documento cujo teor o corpo eclesiástico da Universal no país rejeita totalmente. As autoridades angolanas já foram avisadas do crime, para que as medidas legais sejam tomadas contra os autores."

A nota da igreja foi lida na íntegra no "Jornal da Record".

A Universal tem tido problemas não só em Angola, mas também em outro país africano, São Tomé e Príncipe. Ali, políticos têm feito forte pressão contra a igreja.

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