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ANÁLISE

Texto baseado no relato de acontecimentos, mas contextualizado a partir do conhecimento do jornalista sobre o tema; pode incluir interpretações do jornalista sobre os fatos.

Assista: Se sangria de assinantes continuar, TV paga 'morre' em 7 anos

Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

do UOL

Colunista do UOL

23/06/2021 10h53

Menos de 30 anos depois de surgir e se expandir no Brasil, a TV por assinatura já enfrenta o risco de desaparecer do mapa.

Se a perda de assinantes continuar nos níveis atuais, que vão de 150 mil a 200 mil assinantes "cancelados" por mês, num prazo de sete anos essa mídia deixaria de existir.

Ou então chegará a um paradoxo de só ser sintonizada por quem faz uso da pirataria. Hoje são cerca de 33 milhões de usuários "piratas" contra cerca de 43,5 milhões de "legalizados" (cerca de 14 milhões de assinantes).

Não são só os assinantes que têm telefonado para as operadoras pedindo o cancelamento (o que as fez reforçar as equipes de atendimento).

As próprias operadoras também têm feito cortes de assinaturas em massa devido à falta de pagamento.

Se a crise econômica e o desemprego persistirem ou aumentarem, a pirataria continuar à solta, e se os serviços de streaming não cometerem o mesmo erro de subirem muito o preço de suas mensalidades, a TV paga já pode vislumbrar seu próprio fim.

É sobre isso que o colunista Ricardo Feltrin comenta esta semana no canal do UOL no YouTube.

Assista ao programa.

Ricardo Feltrin no Twitter, Facebook, Instagram e site Ooops

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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