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Mãe e filho são alvos de operação por integrarem milícia do Rio de Janeiro

Uma mulher de 54 anos e seu filho são acusados de integrar milícia e ordenar assassinatos no Rio - Bill Oxford/Getty Images
Uma mulher de 54 anos e seu filho são acusados de integrar milícia e ordenar assassinatos no Rio Imagem: Bill Oxford/Getty Images
do UOL

Do UOL, em São Paulo*

10/07/2020 08h57

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu ontem Ana Lúcia da Silva Alves, de 54 anos, suspeita de integrar milícia e mandar matar policial. O seu filho, Gabriel da Silva Alves, considerado o número 3 na hierarquia da organização está foragido.

Ela foi presa em casa, em Vargem Grande. Em interceptação telefônica autorizada pela Justiça, os investigadores descobriram que Ana Lúcia ordenou a morte de policiais civis que investigavam a quadrilha. As ações fazem parte da operação "Porto Firme".

A operação de ontem também mirava o capitão da Polícia Militar do Rio de Janeiro Leonardo Magalhães Gomes da Silva, acusado de comandar uma milícia que age na região das Vargens Pequena e Grande, na zona oeste da cidade. Ele também é considerado foragido.

A 1ª Vara Especializada da capital expediu mais 15 mandados de prisão preventiva e 51 de busca e apreensão em endereços ligados ao grupo de milicianos. A Polícia Civil prendeu, até o fim da tarde de ontem, cinco pessoas com mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.

Na operação, foi preso em casa o cabo Fernando Mendes Alves, conhecido como Biro, que era responsável pela proteção aos demais membros do grupo, para que forças externas não os incomodassem, inclusive intervindo em ações da Polícia Civil.

A investigação teve início com a apuração do assassinato de Marcus Vinícius Calixto, em 2018, em Vargem Grande, por contrariar interesses do grupo criminoso.

*Com informações da Agência Brasil

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