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14 fatos sobre vida e a carreira de Alexandre Borges

Colaboração para o BOL

2019-02-23T07:00:00

23/02/2019 07h00

Nascido no meio artístico do litoral paulista, Alexandre Borges se destacou em tudo o que fez e esteve presente em momentos antológicos da televisão e cinema brasileiros. Confira a trajetória do ator santista que completa 53 anos neste sábado, 23 de fevereiro de 2019.

  • Reprodução/Instagram @alexxborgesreal

    Família de artistas

    Alexandre Borges nasceu em Santos no dia 23 de fevereiro de 1966. Seus pais são a bailaria Rosa Borges Corrêa e o diretor de teatro Tannah Corrêa

  • Reprodução/Theatre fun scripts

    Infância no teatro

    Nascido em berço artístico, Alexandre Borges teve contato desde muito cedo com o mundo do teatro participando em várias apresentações de peças infantis

  • Reprodução/Pinterest

    A profissionalização

    Aos 18 anos, Borges se mudou para São Paulo para se dedicar integralmente à formação de ator. Ingressou no Centro de Pesquisa Teatral (CPT) de Antunes Filho e estreou como profissional na peça "Velhos Marinheiros", de Jorge Amado, em 1985

  • Reprodução/Analog Game Studies

    O primeiro grupo

    No CPT, Borges integrou o grupo de teatro Boi Voador, atuando em peças teatrais e curtas cinematográficos. Fez parte do grupo por oito anos

  • Reprodução/Betty Milan

    Do Boi à Oficina

    Depois de sair do Boi Voador, o ator santista ingressou no lendário grupo de José Celso Martinez Correa, do Teatro Oficina. Com Zé Celso, interpretou o Rei Claudio, em "Hamlet", de Shakeaspere

  • Reprodução/CNN

    Impedido de ir ao ar

    Ainda no Oficina, Alexandre Borges soube que a TV Manchete estava a procura de atores. Conseguiu um papel na minissérie "O Marajá" que satirizava Fernando Collor de Melo. Uma decisão judicial impediu, no dia da estreia, a exibição da minissérie

  • Reprodução/Zappiando.Wordpress

    Trocando de casa

    Com o fim precoce de "O Marajá", Borges assinou contrato com a Rede Globo como protagonista da novela "Guerra Sem Fim", de 1993. Fez par romântico com Júlia Lemmertz e chamou a atenção pelo talento

  • Divulgação/Globo

    Novelas e olheiros

    Pela atuação em "Guerra Sem Fim", Borges chamou a atenção de ninguém menos que Paulo José, que à época montava o elenco para a minissérie "Incidente em Antares", adaptação do livro homônimo de Érico Veríssimo. Foi chamado para interpretar o padre marxista Pedro Paulo

  • Reprodução/Twitter

    Sucesso nas minisséries

    Em 1995, depois de "Incidente em Antares", Borges gravou outra minissérie antológica da televisão brasileira, "Engraçadinha: Seus Amores e Seus Pecados", de Nelson Rodrigues

  • Reprodução/YouTube

    Fama nacional

    Mas o reconhecimento popular só veio mesmo no trabalho seguinte, a novela de Silvio Abreu "A Próxima Vítima". A partir daí Borges entrou para o rol de celebridades televisivas brasileiras

  • Manuela Scarpa/Photo Rio News

    Longa história de amor

    Alexandre Borges e Júlia Lemmertz formaram um dos casais de celebridades mais queridos do país. As diversas atuações juntos e a simpatia dos dois contribuíram. Eles foram casados por 22 anos, de 1993 a 2015 e tiveram um filho em 2000, Miguel. Alexandre é padrasto da atriz Luísa, filha do primeiro casamento de Júlia com o empresário Álvaro Osório

  • Reprodução/Globo

    Rosto fácil na TV

    Um dos rostos mais conhecidos dos dramas televisivos, Alexandre Borges já participou de quase 50 programas para o veículo, entre novelas, minisséries e especiais. Algumas das mais marcantes, que renderam prêmios ao ator foram: "Laços de Família" (2001), "As Filhas da Mãe" (2002), "A Próxima Vítima" (1996), "O Beijo do Vampiro" (2003), "Celebridade" (2004), "Ti Ti Ti" (2010)

  • Reprodução/YouTube

    Longo caminho no cinema

    O ator também acumulou inúmeras participações importantes no cinema nacional, como "Terra Estrangeira" (1996), de Walter Salles, e a adaptação do romance de Raduan Nassar, "Um Copo de Cólera" (1999). Ao todo participou de mais de 30 longas e curtas, entre eles "Até que a Vida nos Separe" (1999), "Bossa Nova" (2000), "Nelson Gonçalves" (2001), "Joana e Marcelo, Amor (Quase) Perfeito" (2002), "As Três Marias" (2002), "Acquária" (2003), "Zuzu Angel" (2006), "Gatão de Meia Idade" (2006), "Retrato Falhado" (2011), "Getúlio" (2014) e "Bem Casados" (2015)

  • Lucas Mayor/Divulgação

    Sucesso no teatro

    No teatro, Alexandre Borges não está apenas no palco, mas também, na direção de algumas peças. Além de Velhos Marinheiros (1985) e Hamlet (1993), Borges estrelou "Corpo de Baile" (1987), "Pantaleão e as Visitadoras" (1989), "Eu Sei Que Vou Te Amar" (1994?96), "Dois Perdidos Numa Noite Suja" (2000?02), "Eu Te Amo" (2011?13), "Poema Bar" (2011?2017) e "Ópera Samba" (2013). E dirigiu "Essa História Dava Um Filme" (2008), "Poema Bar" (2011), "Uma Pilha de Pratos na Cozinha" (2014), "Muro de Arrimo" (2014), "Especial Muro de Arrimo da TV Cultura" (2015) e "Palhaços" (2018)

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