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De Honda NSX a Renault Clio: 5 usados que já podem ser importados ao Brasil

Acura NSX - Divulgação
Acura NSX Imagem: Divulgação
do UOL

José Antonio Leme

Do UOL, em São Paulo (SP)

27/03/2021 04h00

Importar carros para o Brasil só é possível em duas situações: zero quilômetro ou então após 30 anos de fabricação. Bem, há modelos que são desejados por aqui - outros nem tanto - mas que são neocolecionáveis pela sua história e o que representam para a indústria e o mercado.

Agora, com 30 anos de uso, eles se tornam aptos a desembarcarem no Brasil, segundo a lei, como carros de fins culturais ou de coleção.

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    Bugatti EB110

    O esportivo foi o último carro produzido pela marca francesa antes de ser comprada pela Volkswagen. Ele usava um motor V12 de 3,5 litros quadriturbo que rendia 553 cv, tinha tração integral e câmbio manual de seis marchas.

    Ele foi lançado no ano em que Ettori Bugatti faria 110 anos. Menos de 100 unidades foram produzidas. Em 1992, a empresa lançaria a versão Super Sport, com 612 cv e cerca de 130 kg a menos graças ao uso de fibra carbono e kevlar nos painéis do carro. Aqui, foram produzidos só 40 unidades.

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    Ferrari 512 TR

    Ela não é tão desejada quando sua antecessora, a Testarossa, mas a 512 TR, como toda Ferrari tem seu valor.

    O modelo foi lançado em 1991 como uma evolução. As mudanças incluíam o novo visual na dianteira, mais conforto no interior com novos bancos e volante e aerodinâmica mais refinada em relação ao que carro que lhe deu a base.

    O motor V12 5.0 rendia 428 cv, 38 cv a mais que antecessora e teve sua posição rebaixada 30 mm no chassi.

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    Honda NSX

    O Honda NSX ou "o carro do Senna", como ficou conhecido, é dos modelos que acabou de completar 30 anos e que, portanto, pode ser importado para o Brasil como um carro de coleção.

    Ele foi lançado em 1990 e, portanto, as primeiras unidades se enquadram na lei. Elas tinham um motor V6 3.0 de 270 cv e 29 mkg e câmbio manual de cinco marchas.

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    Lamborghini Diablo

    O "Diabo" da Lamborghini é outro superesportivo que marcou os anos 90 e as paredes dos quartos de crianças e jovens nascidos que nasceram nos anos 80. Ele começou a ser vendido em 1990, mas o desenvolvimento se iniciou em 1985 para substituir outro ícone, esse dos anos 80, o Countach.

    O motor do Diablo era um V12 5.7 que rendia 485 cv e o permitia atingir a velocidade de 321 km/h. Ele não tinha qualquer auxílio eletrônico e até 1993 nem mesmo direção hidráulica. Sua produção se encerrou em 2001.

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    Renault Clio

    Amado por muitos brasileiros, o simpático compacto francês hoje já não está mais entre nós, infelizmente. A atual geração é um carro moderno e tecnológico que brigaria com Polo, por exemplo.

    Mas para os fãs da marca já é possível importar um exemplar da primeira geração e do ano de lançamento, caso você tenha uma coleção de Clio. Ele chegou às lojas com motores 1.2 (49 cv)e 1.4 (80 cv) a gasolina, além de opções a diesel.

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