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10 fatos sobre o multi-instrumentista e ex-global Caçulinha

Colaboração para o BOL

2019-03-15T08:00:00

15/03/2019 08h00

Parece que Caçulinha já não é mais tão caçula assim. Afinal, nesta sexta-feira (15/3/2019), o paulista de Piracicaba completa 79 anos de vida. Descubra a razão para o apelido que o fez famoso e detalhes sobre a carreira desse multi-instrumentista. Ele já teve um programa de TV para chamar de seu e garante continuar amigo do Faustão, mesmo com rumores sobre um possível desentendimento entre eles após a saída do músico da emissora.

  • Vitor Garcia Zocarato/Divulgação

    Talento hereditário

    Rubens Antônio da Silva, o Caçulinha, acompanhou de pertinho a carreira do tio, Caçula, e do pai, Mariano, que formavam um duo de violeiros conhecido regionalmente por suas apresentações. Inspirado, o menino tocou os primeiros acordes ainda aos 8 anos e não se separou mais da música

  • Reprodução/YouTube/TV Gazeta

    Dupla com o pai

    A carreira profissional de Caçulinha começou depois que a dupla formada pelo pai e o tio se desfez. Ele então, assumindo o apelido que o tio ficou conhecido, passou a se apresentar ao lado do genitor, formando o duo Mariano e Caçulinha

  • Folha Imagem

    Multi-instrumentista

    Acordeom, teclado, piano... instrumentos são mesmo a praia de Caçulinha, que teve a carreira impulsionada realmente depois que firmou parcerias e passou a compor e se apresentar ao lado de nomes de peso como Elis Regina, Elizeth Cardoso, João Gilberto, Caetano Veloso, Jair Rodrigues, Luiz Gonzaga, entre outros

  • Reprodução/TVGazeta.com.br

    Elis e Simonal

    "A Elis me influenciou demais, Simonal era muito musical e eu adoro os filhos deles, pois vieram com a mesma veia artística de seu pai. Os filhos da Elis também, eu adoro todos. Eu trocava figurinhas com todos eles, aprendi muito com essa convivência", falou Caçulinha ao site da TV Gazeta ao relembrar dois dos nomes que se fizeram importantes em sua carreira

  • Reprodução/TVGazeta.com.br

    Primeira aparição na televisão

    O sucesso que obteve gravando ao lado de outros grandes nomes da música brasileira fez com que Caçulinha fosse contratado com exclusividade pela TV Record, em 1965, para participar do programa "Fino Trato", apresentado justamente pela amiga Elis Regina e por Jair Rodrigues. Deu tão certo que ele acabou emendando trabalhos na TV, atuando em especiais musicais da TV Record e ainda em outras atrações, como "Esta Noite se Improvisa" e "Bossaudade", do canal 7 paulista

  • Reprodução/YouTube/TV Gazeta

    Discos e reconhecimento

    A trajetória marcada por parcerias com músicos conhecidos e voltada para a MPB fez com que, ao longo da sua carreira, Caçulinha gravasse 31 discos, que abrangem desde sertanejo até bossa nova. Ele recebeu o extinto prêmio Roquette Pinto, que homenageava anualmente os artistas mais notáveis das rádios de São Paulo

  • Reprodução/YouTube/TV Gazeta

    Diretamente da TV

    Cada vez mais popular na TV, na década de 1980, Caçulinha passou também a se apresentar ao lado de Fausto Silva. Enquanto ele tocava, o apresentador contava piadas. Assim, o músico se viu fazendo parte do programa "Perdidos na Noite". Ele ainda teve passagens por outras emissoras e, nos anos 1980, ganhou um programa diário para chamar de seu, o "Caçulinha Entre Amigos", da Bandeirantes. Em 1989, foi para a Globo, trabalhar ao lado do amigo no "Domingão do Faustão"

  • Reprodução/YouTube/TV Gazeta

    Fausto Silva

    Ao todo, foram 25 anos trabalhando na Globo. A saída de Caçulinha da emissora fez com que diversos rumores surgissem sobre um possível desentendimento entre ele e Fausto Silva, mas em conversa com o UOL em 2017, o músico fez questão de esclarecer tudo: "A gente é amigo de verdade. Vou sempre na casa dele. No final do mês agora tenho a última pizza do ano. Vou lá e ele dá de presente um panetone italiano maravilhoso. A gente é amigo de falar: 'O que que você tá precisando aí?'"

  • Reprodução/YouTube/TV Gazeta

    Saída da Globo

    Segundo a entrevista de Caçulinha ao UOL, sua permanência na Globo já não estava profissionalmente satisfatória: "Eu estava provisório no fim. O Faustão havia acabado com a música no programa. Eu continuei fazendo a parte comercial, com os jingles do programa. Mas os contratos de merchandising foram acabando, e não tinha mais música para fazer. Se estivesse lá hoje, estaria parado. Sempre me perguntam se eu sinto muito a falta da Globo. Eu falo: 'Ôrra, meu, no dia 30 é danado, viu?'. O dinheiro da Globo é outro, completamente diferente. Mas estou muito contente agora". Depois de deixar a emissora carioca, em 2014, o músico fez participações em outros programas e canais, e acabou contratado para fazer parte do "Todo Seu", apresentado por Ronnie Von, na Gazeta, em 2015: "O Ronnie me deixa tocar, me deixa falar, me elogia. Faço o que quero no programa", comentou satisfeito

  • Reprodução/Record

    Encontro com Elza Soares

    Em 2015, ao participar do "Programa do Gugu", na Record, Caçulinha relembrou as suas participações em programas da Globo, como o "Sai de Baixo", e reforçou manter a boa relação com Faustão. Na ocasião, ele foi surpreendido ao ser convidado para tocar piano ao lado de Elza Soares, que, ao fim da apresentação, fez questão de homenagear o músico: "Obrigada, Gugu, por me dar a oportunidade de estar do lado desse grande maestro. Hoje é um dia muito feliz para mim, porque também é o aniversário do meu filho. Você merece tudo de melhor, Caçulinha. A gente fez coisas incríveis juntos", derreteu-se a cantora

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