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Restrição em lotação de ônibus em Porto Alegre é adiada: 'Impossibilidade'

Segundo a EPTC, há "impossibilidade de conclusão de todas as tabelas horárias para atender a adequação da oferta" - Reprodução/EPTC
Segundo a EPTC, há "impossibilidade de conclusão de todas as tabelas horárias para atender a adequação da oferta" Imagem: Reprodução/EPTC
do UOL

Do UOL, em São Paulo

26/02/2021 12h32

A EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação), responsável por gerir o transporte público em Porto Alegre, decidiu por adiar o cumprimento do decreto da prefeitura que limita a lotação de ônibus da rede da capital do Rio Grande do Sul.

Segundo a empresa, há "impossibilidade de conclusão de todas as tabelas horárias para atender a adequação da oferta" para cumprir o decreto.

"Havendo a necessidade de embarque" hoje, de acordo com a EPTC, ônibus comuns e articulados poderão circular além da capacidade máxima, de 20 e 30 passageiros, respectivamente.

O adiamento da validade do decreto durará apenas até amanhã, quando, afirmou a empresa, "a ocupação será limitada ao número de passageiros sentados".

"Para fins de distanciamento, o passageiro pode optar por viajar em pé em vez de ocupar o assento ao lado de outra pessoa", acrescentou.

Decreto

A medida restritiva para o transporte público municipal foi anunciada ontem pelo prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), em transmissão ao vivo no Facebook.

"A partir de amanhã, nenhum passageiro em pé será permitido nos ônibus de Porto Alegre", afirmou ontem. "Nós também vamos ampliar os ônibus nos horários de pico na cidade", continuou. O decreto sobre a questão também foi publicado ontem, em edição extra do Diário Oficial.

Na live, Melo também disse que se reuniria com os "setores produtivos da cidade" para buscar uma flexibilização nos horários de trabalho das empresas para conter aglomerações no transporte público.

"Vamos chamar uma reunião com setores produtivos da cidade para ver a possibilidade de horários diferentes de funcionamento das atividades [econômicas]. Isso é uma coisa que penso há muito tempo, antes mesmo da tragédia que estamos vivendo", pontuou.

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