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Marcelo Suárez, da BRF: Confiança é o maior patrimônio de uma marca

do UOL

Renato Pezzotti

Colaboração para o UOL, em São Paulo

22/04/2021 04h01

O maior ativo de uma marca é a confiança do consumidor. Para manter esta chama acesa, as empresas precisam inovar o tempo todo, sempre pensando em seu compromisso social e levando a 'verdade' para dentro das casas das pessoas.

Este é o tom do papo com Marcelo Suárez, diretor de marketing da BRF (dona das marcas Sadia e Perdigão) e entrevistado desta semana do podcast Mídia e Marketing - veja o vídeo completo acima.

O executivo fala sobre o recente lançamento de um hub de conteúdo pela empresa, que já possui mais de 900 receitas com as marcas da companhia. "O consumidor foi obrigado a fazer as pazes com o fogão. Uma parcela importante da população teve que cozinhar, às vezes sem ter repertório suficiente. Isso nasceu de um processo de escuta contínuo do consumidor e da obrigação de apoiar os nossos consumidores", diz (no vídeo acima, este trecho está a partir de 6:18).

"Aceleramos vários projetos de inovação por causa da pandemia. A necessidade de praticidade resultou em vários lançamentos, o que nos levou a falar com novos públicos", diz Marcelo (a partir de 10:10). A BRF lançou pouco mais de 120 itens de venda em 2020, com produtos para restaurantes e para o consumidor final.

"Com tudo isso, o desafio é entender o que é mais efetivo para falar com cada um dos públicos. Tem que ser cirúrgico para montar o quebra cabeça para a marca não ficar esquizofrênica. Confiança é o maior patrimônio que uma marca tem", declara (a partir de 12:30).

O tripé da "boa publicidade"

O executivo, que tem passagens por empresas como Ambev, Carrefour e Philips Morris, também fala sobre os desafios que a publicidade tem enfrentado em busca da atenção do consumidor com uma mídia muito mais fragmentada. Para o líder do marketing da multinacional, a "boa publicidade" possui um tripé a ser seguido.

"Ela tem que estar a serviço de um problema de negócio; precisa estar baseada numa verdade de comportamento e precisa abordar o compromisso social das marcas - até porque elas formam opinião e afetam o comportamento (das pessoas). No final do dia, se não tiver verdade, se não tiver emoção, se não tiver compromisso com o entorno, dificilmente uma publicidade vai ser bem-sucedida", diz (a partir de 26:20).

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