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Com maior mortalidade no mundo, San Marino recebe Sputnik V

Vacina Sputnik, contra a covid-19, é desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, na Rússia - Adriana Toffetti/A7 Press/Estadão Conteúdo
Vacina Sputnik, contra a covid-19, é desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, na Rússia Imagem: Adriana Toffetti/A7 Press/Estadão Conteúdo

24/02/2021 09h45Atualizada em 24/02/2021 10h08

BOLONHA, 24 FEV (ANSA) - A República de San Marino, enclave situado no norte da Itália, recebeu nesta terça-feira (23) seu primeiro carregamento da vacina russa Sputnik V, já em uso em diversos países do mundo para conter a pandemia do novo coronavírus.

O lote de 7,5 mil doses foi encaminhado ao Hospital do Estado e ao centro farmacêutico do Instituto de Segurança Social. Esse número é suficiente para vacinar cerca de 22% de sua população de 34 mil pessoas, já que San Marino espera receber um novo carregamento para as segundas doses.

Dono da maior taxa de mortalidade por Covid-19 em todo o mundo (213,11 óbitos para cada 100 mil habitantes), o país ainda não começou sua campanha de vacinação e também aguarda o envio de imunizantes da Pfizer e da AstraZeneca pela Itália.

Um acordo prevê que San Marino receba uma dose para cada 1,7 mil entregues à Itália, mas os repasses ainda não começaram. Segundo as autoridades locais, apenas cidadãos samarineses serão vacinados com a Sputnik V, de modo a evitar uma corrida de italianos em busca do imunizante.

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