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Mundo supera 65 milhões de casos de coronavírus e 1,5 milhão de mortos

Arquivo - Alta no número de contágios se deve fundamentalmente à segunda onda que afeta a Europa e os Estados Unidos - TOLGA AKMEN / AFP
Arquivo - Alta no número de contágios se deve fundamentalmente à segunda onda que afeta a Europa e os Estados Unidos Imagem: TOLGA AKMEN / AFP
do UOL

Do UOL, em São Paulo

04/12/2020 09h07

Mais de 65 milhões de casos do novo coronavírus foram registrados no mundo desde o início da pandemia de covid-19, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins.

Do total de contágios, mais de 1,5 milhão resultaram na morte dos pacientes.

A alta no número de contágios se deve em parte ao aumento dos testes de diagnóstico, mas fundamentalmente à segunda onda que afeta a Europa e os Estados Unidos.

A Europa, com 19 milhões de casos registrados e mais de 430 mil mortes por covid-19 é a região com o maior número de contágios. Na última semana foram contabilizados 1,7 milhão de novos contágios no continente, que inclui 52 países.

Os Estados Unidos superam 14 milhões de casos e mais de 276 mil mortes. Ontem, a maior potência do planeta registrou mais de 210 mil novos casos, um recorde desde o início da pandemia.

América Latina e Caribe registram 13,3 milhões de casos e 453.974 vítimas; Ásia, 12,6 milhões de contágios e 197.559 mortes; Oriente Médio, 3,4 milhões de casos (80.163 mortes); África, 2,2 milhões de contágios (52.825 mortes); e Oceania, 30.388 casos (942 vítimas).

'Dezembro complicado' no Brasil

O Brasil registrou ontem 776 novos óbitos pela covid-19 e tem 13 estados com tendência de aceleração na média móvel de mortes, o maior número em sete dias. Os dados são do consórcio de veículos de imprensa do qual o UOL faz parte. No total, são mais de 175 mil vítimas.

Houve 50.883 diagnósticos positivos para o novo coronavírus em todo o país de anteontem para ontem, elevando o número de infectados para 6.487.516 desde o começo da pandemia.

"Muito provavelmente esse aumento (em casos e mortes) deve continuar e se intensificar durante os feriados de Natal e Ano Novo. Teremos um dezembro complicado, mas janeiro tende a ser nitidamente pior", declarou à AFP o infectologista Julio Croda, da UFMS (Universidade Federaç de Mato Grosso do Sul).

Na segunda-feira, o governador João Doria (PSDB) anunciou que seis regiões regrediram para a fase amarela do Plano São Paulo, que coordena a reabertura da economia no contexto da pandemia de covid-19. A Grande São Paulo e as regiões de Piracicaba, Campinas, Sorocaba, Baixada Santista e Taubaté foram atingidas pela medida. Com isso, todo o estado fica na mesma fase.

Um comitê científico recomendou nesta semana que o Rio de Janeiro feche todas as escolas e proíba a permanência das pessoas nas praias, entre outras medidas.

Desde o início da pandemia, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) questiona as ações preventivas, por seu impacto na economia.

* Com informações da AFP

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