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Dow Jones fecha em alta de 0,70% e supera barreira de 26 mil pontos

2019-02-22T19:38:00

22/02/2019 19h38

Nova York, 22 fev (EFE).- O índice Dow Jones Industrial fechou nesta sexta-feira em alta de 0,70% e superou a barreira de 26 mil pontos, com os investidores mostrando otimismo com a última rodada comercial entre Estados Unidos e China.

O principal indicador da Bolsa de Nova York somou 181,18 pontos e chegou a 26.031,81. Já o seletivo S&P 500 avançou 0,64%, até 2.792,67, enquanto o índice composto da Nasdaq subiu 0,91%, para 7.527,54.

Por setores, as altas mais pronunciadas foram do tecnológico (1,29%), do de comunicações (1,05%) e do sanitário (0,93%), enquanto as únicas baixas foram do de bens essenciais (-0,28%) e do financeiro (-0,23%).

A jornada foi positiva para Wall Street, que fecha pela nona semana consecutiva com lucros no Dow e no Nasdaq. Nos últimos cinco dias, o Dow se revalorizou 0,57%, enquanto o S&P 500 subiu 0,62% e o Nasdaq avançou 0,74%.

Os investidores estavam animados pelo desenvolvimento da última rodada de negociação comercial entre EUA e China, cujas delegações decidiram nesta sexta-feira prolongar por mais dois dias suas conversas em Washington.

Nesse sentido, o presidente Donald Trump afirmou que há "uma muito boa oportunidade" de fechar um acordo e que está disposto a atrasar o prazo de 1º de março para aumentar de 10% para 25% as tarifas impostas a produtos chineses avaliados em US$ 200 bilhões.

Entre as 30 empresas que cotam no Dow Jones, o destaque foi para o avanço da Intel (2,10%), em reação a uma revisão positiva dos seus títulos feita pela financeira Morgan Stanley, que aplaudiu o "perfil financeiro" do seu diretor executivo, Bob Swan.

As outras altas relevantes foram registradas nas ações de Pfizer (1,95%), Boeing (1,55%), Microsoft (1,43%), Cisco (1,42%) e Verizon (1,37%).

Por outro lado, as maiores perdas foram para os títulos de Coca-Cola (-1,26%) e DowDuPont (-0,52%).

Em outros mercados, a onça do ouro subia para US$ 1.330,70, enquanto a rentabilidade do bônus do Tesouro a dez anos recuava até 2,654%. EFE

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