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15 dias

Henry: Defesa vai ao MP para mãe ser ouvida de novo pela polícia

8.abr.2021 - Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, 4, morto na madrugada de 8 de março - Érica Martin/Enquadrar/Estadão Conteúdo
8.abr.2021 - Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, 4, morto na madrugada de 8 de março Imagem: Érica Martin/Enquadrar/Estadão Conteúdo
do UOL

Herculano Barreto Filho e Tatiana Campbell

Do UOL, no Rio, e colaboração para o UOL, no Rio

19/04/2021 16h12

A defesa da professora Monique Medeiros notificou hoje o MP-RJ (Ministério Público do Rio) para solicitar um novo depoimento à mãe do menino Henry, assassinado na madrugada de 8 de março no apartamento da família na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. Os advogados pedem que o relato seja feito à Polícia Civil diante da presença de um promotor.

Na semana passada, a nova defesa da mãe da criança de 4 anos, que já foi representada pelos mesmos advogados do vereador Dr. Jairinho (sem partido), solicitou outro depoimento indicando que ela mudará a versão do caso. Contudo, os investigadores ainda não confirmaram se ela será ouvida novamente. A previsão é que o inquérito seja concluído até terça-feira (20).

"Se o objetivo do inquérito é buscar a verdade dos fatos, em todos os seus contornos, não se justifica a demora na nova audição de Monique pedida pela defesa", informou um dos trechos do documento assinado pelos advogados Thiago Minagé, Hugo Novais e Thaise Mattar Assad.

Questionado pela reportagem sobre a necessidade de nova oitiva pela polícia, o promotor Marcos Kac, que receberá o inquérito após a conclusão, disse que essa avaliação cabe à Polícia Civil.

Mãe e padrasto da vítima, Monique e Jairinho foram presos no dia 8 de abril por suspeita de atrapalhar as investigações e ameaçar testemunhas. Eles são investigados por envolvimento no homicídio.

"A defesa fez essa solicitação agora. Houve uma mudança de advogados e uma mudança de estratégia", disse o delegado Antenor Lopes, diretor do Departamento Geral de Polícia da Capital, em entrevista à CBN.

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