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Aéreas da Rússia e de Dubai têm menor número de pilotas de avião

Richard Weiss

21/08/2019 16h23

(Bloomberg) -- Pilotas de avião ainda são uma raridade em companhias aéreas, incluindo a russa Aeroflot e a Emirates de Dubai, enquanto outras operadoras aumentam os esforços para diminuir a diferença de gênero.

As empresas, junto com Qatar Airways, Finnair Oyj e Jetconnect da Nova Zelândia, têm a menor proporção de mulheres aviadoras, segundo um estudo da plataforma de viagens FromAtoB.com. O ranking de 45 companhias aéreas baseia-se em dados da Air Line Pilots Association e da International Society of Women Airline Pilots.

"Temos pouco mais de 30 pilotos do sexo feminino entre os cerca de 1.000 funcionários da cabine de comando e temos trabalhado arduamente para aumentar essa participação", disse a porta-voz da Finnair, Päivyt Tallqvist, por telefone. "Temos feito recrutamentos direcionados e, nas últimas rodadas, a proporção de mulheres aumentou".

A Aeroflot emprega cerca de 4.200 pilotos, dos quais 58 são mulheres, diz o estudo. A operadora russa, juntamente com a Emirates, Qatar Air e Jetconnect, não retornou telefonemas ou e-mails pedindo comentários fora do horário comercial.

Companhias aéreas menores lideram a lista, com a QantasLink da Austrália no topo com perto de 12% de pilotos do sexo feminino. A FlyBe Group, do Reino Unido, empatou em segundo lugar com a Luxair, a companhia aérea luxemburguesa. Hawaiian Airlines lidera nos EUA.

A média global para a tripulação feminina de cabine é de 5,2%, com a maioria das principais empresas posicionadas em torno desse nível, de acordo com o estudo.

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