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Neto de fundador da Gol é um dos sobreviventes de queda de avião na Bahia

Avião cai e pega fogo durante pouso em resort na Bahia

UOL Notícias
do UOL

Luís Adorno

Do UOL, em São Paulo

16/11/2019 17h46Atualizada em 17/11/2019 08h31

Marcelo Constantino Alves, 26, neto de Nenê Constantino, fundador da Gol, é um dos sobreviventes do acidente de avião ocorrido na quinta-feira (14) durante uma tentativa de pouso na pista de um resort em Barra Grande, na Bahia.

Segundo a assessoria de imprensa da família Constantino, o neto do fundador da Gol está se recuperando e não tem nenhuma ligação com a empresa. A família não autorizou a divulgação de informações sobre o seu estado de saúde.

Marcelo Constantino estava em um bimotor que partiu de São Paulo e levava dez pessoas para o sul da Bahia. Além do rapaz, outras oito pessoas ficaram feridas, entre elas uma criança. A jornalista Marcela Brandão Elias, 37, morreu no local do acidente.

Também estavam aeronave o marido de Marcela, o empresário Eduardo Trajano Telles Elias, o filho deles, Eduardo Brandão (de seis anos), o casal Maysa Mussi (irmã de Marcela) e Eduardo Mussi (irmão do deputado federal Guilherme Mussi), o ex-piloto de Stock Car Tuka Rocha, Cristiano Rocha; Marie Cavelan, Fernando Oliveira e o piloto da aeronave, Aires Napoleão Guerra.

Maysa Marques Mussi e Tuka Rocha não resistiram aos ferimentos e morreram no Hospital Geral do Estado, em Salvador.

Marcelo Constantino Alves, neto do fundador da Gol - Reprodução/Facebook
Marcelo Constantino Alves, neto do fundador da Gol
Imagem: Reprodução/Facebook

A família Mussi é uma das mais ricas de São Paulo e tem uma casa de veraneio em Barra Grande. Segundo moradores da região, a família sempre se desloca de avião até Maraú, de onde pega um helicóptero para uma das suas propriedades.

De acordo com a prefeitura da cidade, o acidente ocorreu por volta das 14h. Logo após a queda, os passageiros conseguiram sair antes de o fogo tomar conta da aeronave. A única pessoa que morreu ficou presa nos destroços do avião.

As vítimas sofreram múltiplas queimaduras e três delas foram entubadas. O procedimento de entubação geralmente é feito para auxiliar a respiração de vítimas inconscientes.

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