PUBLICIDADE
Topo
Notícias

Notícias

Conteúdo publicado há
1 mês

Ciro Gomes: 'Vou pra cima de Lula, maior corruptor da história brasileira'

Ciro Gomes (PDT)  - Kleyton Amorim/UOL
Ciro Gomes (PDT) Imagem: Kleyton Amorim/UOL
do UOL

Colaboração para o UOL

17/05/2021 10h03

O ex-ministro e ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), afirmou que "vai pra cima" de Lula nas eleições de 2022. Em entrevista ao Valor Econômico, o político disse que o petista está em seu máximo, enquanto Bolsonaro está em processo de derretimento.

O ex-governador afirmou que o Brasil "nunca coube" na esquerda, nem na direita, e apostou em uma aliança de centro-esquerda. Como possíveis aliados para 2022, citou PSB, Rede, PSD e o DEM.

Questionado sobre a última pesquisa Datafolha, que mostrou Lula à frente de Bolsonaro, Ciro Gomes disse que vê a possibilidade de ir ao segundo turno com o petista. "A probabilidade de se dar o segundo turno entre eu e o Lula está crescendo. Acho que Moro e Huck não são candidatos. Nem Doria. Se ele for, será fragilizado porque está muito mal em São Paulo e nunca teve entrada no Brasil. O único organizado, com o partido harmônico, sem confusão, sou eu", opinou.

Ciro, no entanto, voltou a criticar o ex-presidente. "Quem vai ter que se explicar agora é o Lula porque vou para cima dele", afirmou. "Vamos derrotar Bolsonaro e vou propor mudança. Lula é parte central da corrupção. Lula é o maior corruptor da história moderna brasileira. E não aprendeu nada. Fica na lambança, prometendo a volta de um passado idílico que é mentira", completou.

Para Ciro, Bolsonaro pode não chegar nem ao segundo turno. O político disse acreditar que o atual presidente estará isolado em 2022, sem o apoio de nenhum partido do Centrão.

"Ele está incitando a tropa, mas vai faltar chão", afirmou. "Bolsonaro está derretendo e o mais conhecido anti-Bolsonaro é o PT e Lula. Engolem as coisas do Lula para derrotar Bolsonaro. Mas se as pesquisas repetirem o que já estão dizendo, que eu derroto Bolsonaro, que Huck derrota, que Doria derrota, esse fator anti-Bolsonaro vai ficar menos tenso."

Notícias