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1 mês

Diretora do CDC alerta para possível 'quarta onda' de covid-19 nos EUA

Rochelle Walensky, chefe do CDC - Chip Somodevilla/Getty Images
Rochelle Walensky, chefe do CDC Imagem: Chip Somodevilla/Getty Images
do UOL

Do UOL, em São Paulo

02/03/2021 15h16

Uma recente alta no número de casos de covid-19 nos Estados Unidos pode indicar o surgimento de uma "quarta onda" da doença antes que a maioria da população seja vacinada, alertou a diretora do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças), Rochelle Walensky. As informações foram divulgadas pelo jornal The Guardian.

"Nesse nível de casos, com as variantes se espalhando, podemos perder completamente o terreno conquistado com tanto esforço", disse Walensky durante reunião na Casa Branca. Desde o início da pandemia, os EUA registraram 28,7 milhões de casos confirmados de covid-19 e mais de 514 mil mortes pela doença, segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins.

"Agora não é o momento de relaxar as salvaguardas críticas que sabemos que podem impedir a disseminação da covid-19 em nossas comunidades, não quando estamos tão perto. Temos a capacidade de interromper um potencial quarto aumento de casos neste país", acrescentou Walensky.

Hoje, de acordo com o coordenador da equipe de resposta ao coronavírus da Casa Branca, Jeff Zients, a vacina de dose única da Johnson & Johnson começa a ser entregue —o imunizante foi aprovado no final de semana. O Brasil não possui acordos para compra da vacina.

Os EUA devem receber 3,9 milhões de doses da vacina Janssen, da Johnson & Johnson, nos próximos dias, mas Jeff Zients alerta para o fornecimento limitado da farmacêutica, que também tem acordos com Canadá, Reino Unido e União Europeia.

Até o final de março, os EUA planejam receber 16 milhões de doses adicionais da Johson & Johnson.

De acordo com o jornal Bloomberg, 2,4 milhões de doses de vacina foram administradas nos EUA no domingo. Em média, o país administrou 1,7 milhão de doses por dia na semana passada. Além da Janssen, os EUA contam com os imunizantes da Pfizer/BioNTech e Moderna.

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