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Coronavírus: Brasil registra 237 mortes em 24h e chega a 157.163 óbitos

Últimos números da covid-19 no Brasil foram divulgados - SERGIO MORAES/REUTERS
Últimos números da covid-19 no Brasil foram divulgados Imagem: SERGIO MORAES/REUTERS
do UOL

Do UOL, em São Paulo

25/10/2020 18h39

O Brasil registrou 237 novas mortes do coronavírus nas últimas 24 horas. O total agora é de 157.163 óbitos, de acordo com os dados do consórcio de veículos de imprensa do qual o UOL faz parte.

O país ainda tem mais 12.535 casos confirmados da covid-19, com total de 5.393.759 infectados com a doença.

Os números não incluem os dados do Rio Grande do Sul. A secretaria de Saúde do estado afirmou que não divulga mais aos domingos o boletim com os números de casos confirmados e óbitos.

A média móvel de morte nos últimos 7 dias foi de 468 óbitos.

Dados do Ministério da Saúde

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registrou 231 mortes do novo coronavírus nas últimas 24 horas, o que levou o total para 157.134 óbitos.

De acordo com o governo federal, o país somou mais 13.493 casos confirmados da covid-19, totalizando 5.394.128 infectados.

Ainda segundo a Saúde, o Brasil tem 4.835.915 pessoas recuperadas da doença e outras 401.079 em acompanhamento.

OMS registra recorde de casos pelo 3º dia consecutivo

A OMS (Organização Mundial da Saúde) anunciou hoje que registrou um novo recorde mundial de casos da covid-19 pelo terceiro dia consecutivo.

Segundo as estatísticas mundiais da OMS, 465.319 casos foram confirmados ontem (24), contra os 449.720 de sexta e 437.247 na quinta-feira.

Quase metade dos novos casos de sábado foram registrados na região Europa da OMS, com um recorde de 221.898 em um dia.

Veículos se unem pela informação

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, G1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

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