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Havana deixa o confinamento por coronavírus e toda Cuba volta ao normal

Taxista dirige carro americano antigo pelas ruas de Havana, em Cuba, com máscara no rosto para proteção contra a covid-19 - Yamil Lage/AFP
Taxista dirige carro americano antigo pelas ruas de Havana, em Cuba, com máscara no rosto para proteção contra a covid-19 Imagem: Yamil Lage/AFP

02/07/2020 00h53

Havana, o último reduto do coronavírus em Cuba, gradualmente retomará suas atividades a partir desta sexta-feira, embora sem turistas estrangeiros, juntando-se ao restante do território que já iniciou uma gradual flexibilização das medidas de combate à covid-19, após mais de 100 dias de confinamento.

Conforme detalhado pelo primeiro-ministro Manuel Marrero, nesta quarta-feira, após avaliar a situação, o governo autorizou "o início em Havana da primeira etapa, em sua primeira fase, da recuperação a partir da próxima sexta-feira, 3 de julho".

A primeira fase envolve a reativação gradual do transporte público e algumas atividades comerciais e de serviços, além do deslocamento de cidadãos que cumprem medidas de distância física. Somente o turismo local é permitido.

Nesta quarta-feira, a ilha de 11,2 milhões de habitantes registrou um total de 2.348 casos, com 2.218 recuperados e 86 mortes, de modo que o novo coronavírus é considerado sob controle.

Grande parte do território cubano não apresenta casos de covid-19 há várias semanas, depois que as fronteiras foram fechadas em 24 de março e os pacientes e seus contatos foram isolados nos últimos 15 dias, para evitar mais contágio.

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