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15 dias

Argentina recebe 800.000 doses da vacina russa Sputnik V

19/04/2021 21h40

Buenos Aires, 20 Abr 2021 (AFP) - Um carregamento com 800.000 doses da vacina Sputnik V chegou à Argentina na noite desta segunda-feira (19) da Rússia, informou o Ministério da Saúde, em um momento em que o país está perto de 60.000 mortes por covid-19.

A entrega em voo especial da Aerolineas Argentinas corresponde ao componente 1 da vacina produzida pelo laboratório russo Gamaleya.

Com este carregamento, a Argentina recebeu quase 9 milhões de vacinas de diversos laboratórios.

A Argentina registrou 20.461 novos casos nas últimas 24 horas, o que eleva o saldo para 2.714.475 infecções detectadas. O país também registrou 248 mortes, elevando o número de mortos de covid para 59.476.

A campanha de vacinação na Argentina atingiu 6,4 milhões de aplicações até segunda-feira, com 808.276 pessoas vacinadas com duas doses.

No domingo, outro lote com 864 mil doses da vacina Oxford-AstraZeneca da Holanda chegou a Buenos Aires como parte do acordo com o Fundo Global para Acesso a Vacinas (Covax) da Organização Mundial de Saúde.

A terceira maior economia da América Latina enfrenta o crescimento exponencial de casos na região metropolitana de Buenos Aires, onde residem 15 milhões dos 45 milhões de habitantes do país.

A ocupação de leitos em unidades de terapia intensiva atingiu 65,8% em todo o país, um número que chega a 74,5% na capital argentina e sua periferia, informou o Ministério da Saúde.

Nesta área, está em vigor desde sexta-feira um decreto do presidente, Alberto Fernández, que ordenou restringir a circulação da população entre 20h00 e 18h00 e limitou o horário de funcionamento do comércio.

Fernández também decretou o retorna às aulas à distância por 15 dias para reduzir a circulação com o objetivo de reverter a curva ascendente das infecções e evitar a saturação do sistema de saúde.

No entanto, a prefeitura de Buenos Aires - governada pela oposição - contestou a medida do governo nacional e interpôs recurso judicial para manter a presença nas escolas, assunto que o Supremo Tribunal de Justiça ainda não resolveu.

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