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Prisão perpétua para americano que matou pesquisadora chinesa

19/07/2019 10h58

Washington, 19 Jul 2019 (AFP) - Um ex-estudante americano foi condenado à prisão perpétua por sequestrar e matar uma pesquisadora universitária chinesa em 2017, um assassinato que confessou na abertura de seu julgamento em junho passado.

Brendt Christensen não tem possibilidade de ser beneficiado pela redução de pena.

O juiz federal James Shadid considerou que o condenado cometeu "um ato de violência inexplicável e realizou suas fantasias egocêntricas e egoístas sem nenhuma consideração", segundo o jornal "Chicago Tribune".

O rapaz reconheceu durante o julgamento que havia sequestrado Yingying Zhang em um ponto de ônibus perto da Universidade de Illinois, em junho de 2017.

Depois de levar sua vítima, uma pesquisadora convidada pela instituição, ele a estuprou e esfaqueou. De acordo com a acusação, ele a matou, batendo nela com um taco de beisebol. Em seguida, Christensen a decapitou e escondeu seu corpo.

O corpo da pesquisadora, que tinha 26 anos no momento dos fatos, nunca foi localizado.

A Promotoria federal chegou a pedir que o réu fosse condenado à morte, levando em conta as torturas sofridas pela vítima.

A família de Yingying Zhang entrou com uma queixa contra o réu e contra dois assistentes sociais da universidade, com quem ele compartilhou alguns de seus pensamentos.

De acordo com os parentes da vítima, eles não notificaram as autoridades, quando Christensen mencionou seus comentários sobre assassinato e suicídio e sua "obsessão por serial killers".

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