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Itália perde 500 mil postos de trabalho durante pandemia

10.mar.2020 - Pedestres caminham no centro de Milão, na Itália, usando máscaras devido à epidemia do novo coronavírus. A Itália impôs um isolamento no norte do páis para evitar a propagação do novo coronavírus - Miguel Medina/AFP
10.mar.2020 - Pedestres caminham no centro de Milão, na Itália, usando máscaras devido à epidemia do novo coronavírus. A Itália impôs um isolamento no norte do páis para evitar a propagação do novo coronavírus Imagem: Miguel Medina/AFP

02/07/2020 08h43

A Itália perdeu mais de meio milhão de postos de trabalho desde fevereiro, quando o novo coronavírus começou a se alastrar pelo país.

O balanço foi divulgado hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (Istat) e também mostrou uma redução de 400 mil no número de pessoas em busca de emprego e um aumento de quase 900 mil nos inativos.

A quarentena nacional entrou em vigor na Itália em 10 de março, e o governo só começou a levantar as restrições a partir de 4 de maio, de maneira gradual. Com isso, a maioria das atividades econômicas ficou parada por quase dois meses.

"A partir de fevereiro de 2020, o nível de ocupação diminuiu em mais de meio milhão de unidades, e as pessoas em busca de trabalho, em quase 400 mil, frente a um aumento de quase 900 mil unidades nos inativos", disse o Istat.

Em maio, a taxa de desemprego no país cresceu 1,2 ponto e chegou a 7,8%, de acordo com dados preliminares, o que reflete o aumento mensal nas pessoas que procuram trabalho (+18,9%). Já o índice de desocupação entre os jovens de 15 a 24 anos subiu dois pontos e atingiu 23,5%.

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