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Residência oficial de Lula sofre tentativa de invasão por carro; PF apura

do UOL

Do UOL, em Brasília e em São Paulo

24/02/2024 13h21Atualizada em 24/02/2024 17h11

O Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente Lula (PT), sofreu uma tentativa de invasão na manhã de hoje. A informação, publicada pelo portal Metrópoles, foi confirmada ao UOL pela assessoria de imprensa da Presidência da República.

O que aconteceu

O motorista foi localizado na tarde deste sábado e prestará depoimento. Ele foi conduzido à superintendência da Polícia Federal em Brasília. O homem não teve a identidade divulgada.

A Polícia Federal abriu inquérito para investigar o caso. Em nota, a corporação disse aguardar "comunicação formal do Gabinete de Segurança Institucional, responsável pelos bloqueios e abordagem", para que as informações auxiliem nas investigações. O UOL entrou em contato com o GSI e aguarda retorno.

Motorista teria desobedecido ordem de parada em bloqueio de acesso ao palácio. Segundo informações do Metrópoles, o carro, um Ford Focus preto, avançou em direção ao Alvorada, mas teve os pneus furados na "cama de faquir", dispositivo de segurança que consiste em pedaços pontiagudos de metal levantados em caso de invasão.

Houve disparos por parte da segurança do palácio, segundo o site. Em seguida, com os pneus furados, o motorista fugiu em direção ao Palácio do Jaburu, residência da Vice-Presidência da República.

As investigações serão feitas sem acesso a imagens do momento da tentativa de invasão. O episódio ocorreu na estrada que leva aos palácios do Jaburu (residência oficial do vice-presidente) e ao Alvorada (residência oficial do presidente). O primeiro ponto de controle é montado distante dos locais onde as duas autoridades moram e não tem circuito de monitoramento por imagens.

Lula estava no Alvorada e permanece no local neste sábado (24). O presidente estava recolhido no momento da tentativa de invasão. Lula voltou a Brasília ontem à noite após um evento da Petrobras no Rio de Janeiro, onde voltou a comentar sobre o que chamou de "genocídio" na Faixa de Gaza.

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