Topo
Notícias

Conteúdo publicado há
15 dias

EUA relatam novos ataques de 'autodefesa' contra rebeldes huthis no Iêmen

10.fev.2024 - Forças leais aos rebeldes Huthi do Iêmen participam de uma cerimônia fúnebre de combatentes que foram mortos em recentes ataques liderados pelos EUA - Mohammed Huwais/AFP
10.fev.2024 - Forças leais aos rebeldes Huthi do Iêmen participam de uma cerimônia fúnebre de combatentes que foram mortos em recentes ataques liderados pelos EUA Imagem: Mohammed Huwais/AFP

11/02/2024 12h28

O Exército americano indicou que realizou novos ataques contra dispositivos e mísseis dos rebeldes huthis no Iêmen que, segundo Washington, estavam prestes a atacar navios no Mar Vermelho.

"Em 10 de fevereiro, entre 16h e 17h horário de Sanaa (10h - 11h em Brasília), (as forças dos EUA) realizaram com sucesso ataques de autodefesa", disse o Centcom (Comando Militar do Oriente Médio dos EUA) em um comunicado hoje.

Os ataques foram realizados ao norte da cidade portuária de Hodeidah, no oeste do Iêmen, e tiveram como alvo dois drones navais de superfície e três sistemas móveis de mísseis antinavio "que estavam sendo preparados para serem lançados contra navios no Mar Vermelho", de acordo com o comunicado.

A emissora huthi Al-Masirah relatou três ataques na área portuária de Salif na noite de sábado, e o correspondente da AFP na região ouviu fortes explosões.

A ofensiva faz parte de uma série de ações dos Estados Unidos e dos seus aliados contra os huthis, com o objetivo de impedir repetidos ataques de rebeldes apoiados pelo Irã contra o transporte marítimo no Mar Vermelho.

No sábado, os huthis confirmaram que 17 dos seus combatentes morreram nos ataques recentes, depois que os Estados Unidos anunciaram que atingiram lançadores de mísseis na quinta-feira.

Desde Novembro, o grupo rebelde tem lançado ataques contra navios que navegam no Mar Vermelho e no Golfo de Áden, e que considera vinculados a Israel, em "solidariedade" com os palestinos em Gaza.

Também designaram os interesses americanos e britânicos como alvos legítimos após os bombardeios de retaliação perpetrados por esses dois países.

Notícias