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Além do Floresta, Fortaleza precisa superar desequilíbrio para evitar "vexame"

20/03/2019 12h17

A temporada do Fortaleza não teve o início esperado nem pelo torcedor e muito menos pelo técnico Rogério Ceni. Ainda mais pelo fato de que, nesse momento, a equipe se vê obrigada a vencer o Floresta nessa quarta-feira (20) pelo Campeonato Cearense e torcer por tropeços de Ferroviário e Atlético-CE para seguir adiante no estadual.

Um dos elementos que certamente vem preocupando a comissão técnica do Leão do Pici é o desequilíbrio traduzido em números dos sistemas ofensivo e defensivo, padrão que permitiu o time realizar uma bela campanha que culminou no título da Série B.

Não à toa o time foi a terceira melhor defesa da competição com 33 tentos sofridos (ficando atrás apenas de Avaí e Ponte Preta) e o segundo melhor ataque com 54 gols assinalados, menos apenas do que o Atlético-GO.

Atualmente, em 12 partidas no ano, a equipe fez 15 gols e tomou nove tentos, percentual esse que pesa bastante em relação as duas vitórias, dois empates e duas derrotas que o time acumula no Cearense.

Algo que, por exemplo, só não coloca o time em dificuldade no Nordestão pelo baixo percentual de pontos da sua chave (o Leão e o Santa Cruz lideram a chave A com nove unidades enquanto o Botafogo-PB tem 14 e o Ceará 12 no Grupo B).

Peças importante do setor defensivo foram perdidas na mudança de ano, casos do volante Anderson Uchoa (Ferroviária) e o zagueiro Diego Jussani, que foi para o América-MG.

Reposições foram feitas com as chegadas de Patrick, emprestado pela Ferroviária, além do zagueiro colombiano Juan Quintero, do Deportivo Cali-COL, e do retorno por empréstimo do meio-campista Edinho. Porém, com exceção do atleta que já atuou em 2018 pelo Fortaleza, os outros nomes ainda não conseguiram convencer de sua real adaptação.

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