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Karrari: empresário 'transforma' Ka em Ferrari gastando valor de um Onix

Daniel Graxinha e o Karrari - Arquivo Pessoal
Daniel Graxinha e o Karrari Imagem: Arquivo Pessoal
do UOL

Simone Machado

Colaboração para o UOL

11/07/2024 04h00Atualizada em 11/07/2024 16h41

Você já ouviu falar no Karrari? É isso mesmo, uma mistura do Ford Ka com Ferrari. O carro pertence ao empresário Daniel dos Santos, mais conhecido como Daniel Graxinha, que acumula 2,7 milhões de seguidores nas redes sociais - sendo a maioria deles apaixonados pelo setor automotivo.

Trabalhando com envelopamento de carros de luxo, o empresário de 29 anos transformou totalmente seu Ford Ka, ano 2009, e afirma que já investiu cerca de R$ 100 mil no automóvel - o mesmo valor de algumas versões de vários carros zero-km como Chevrolet Onix ou Hyundai HB20.

O modelo foi comprado de um amigo e antes pertenceu a um leilão. A escolha pelo modelo não foi aleatória.

"O primeiro carro que tive foi um Ford Ka vermelho, mas tive que vendê-lo em 2014 após a minha loja de som automotivo falir. Quando consegui me reerguer, quis comprar um carro igual pelo valor sentimental que eu tinha no meu primeiro carro", conta Graxinha.

Com ar-condicionado e direção elétrica de fábrica, o empresário passou a investir na customização do carro com a intenção de torná-lo único. Para isso ele colocou volante de carbono com comandos e airbag, suspensão a ar, bancos de couro e um painel de TFT (Thin Film Transistor ou Transistor de Película Fina) com 15 configurações.

Em referência à Ferrari, o famoso Cavallino Rampante, símbolo da marca italiana também está presente na lataria do carro e nas rodas.

A próxima adaptação será feita ainda neste mês, quando o empresário colocará um teto panorâmico. A maioria das peças utilizadas vieram da China, segundo o empresário.

"Só no volante gastei R$ 12 mil, no teto R$ 20 mil e no painel R$ 7,5 mil, fora todos os outros detalhes do carro. E como trabalho com carros desde pequeno, tudo foi feito por mim", acrescenta.

O Karrari, como é chamado por ele, mantém seu motor original e não roda pelas ruas de São Paulo com frequência. O veículo é usado para passeios esporádicos e para exposição em eventos.

"Ele tem um valor sentimental muito grande para mim. Não vendo e uso apenas para dar pequenas voltas" diz.

Graxinha conta que a paixão por carros começou ainda na infância. Com o pai mecânico, o empresário vive em meio ao universo de quatro rodas desde os quatro anos, quando já ia para a oficina acompanhar o pai. Atualmente ele tem uma empresa de envelopamento e customização de carros em São Paulo.

"Eu cresci vendo meu pai trabalhar com carros e segui os passos dele nesse universo. Hoje, faço de tudo nos carros, só não gosto de mexer na parte mecânica", conta.

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