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Homem é preso após matar namorada e usar sangue dela em 'recado' na parede

Paulo Mesquita foi preso após matar a namorada e usar sangue para pintar frase em parede - Polícia Militar e redes sociais
Paulo Mesquita foi preso após matar a namorada e usar sangue para pintar frase em parede Imagem: Polícia Militar e redes sociais
do UOL

Do UOL, em São Paulo

11/07/2024 10h25

Um homem foi preso após matar a companheira e usar o sangue da vítima para escrever em uma parede no Maranhão.

O que aconteceu

Corpo de Jheinifer da Silva Machado, 19, foi encontrado dentro de casa em Porto Franco (MA). Ela tinha marcas de perfuração no corpo, informou a polícia científica.

Suspeito, identificado como Paulo Mesquita, fugiu após o crime. Antes de sair, ele escreveu um xingamento na parede do quarto da vítima.

Homem foi preso no estado do Pará e tentou se esconder de policiais militares. Paulo foi encontrado em uma manilha, um tipo de tubo de concreto, em uma praça no centro de Marabá (PA), informou ao UOL o tenente-coronel George Luna, da PMMA. A cidade fica a mais de 250 km de distância da cena do crime.

Histórico de violência. Jovem já tinha medida protetiva contra suspeito. Ele também respondia por outro caso de violência doméstica contra uma ex.

Caso foi registrado como feminicídio e prisão em flagrante foi convertida em preventiva. O juiz alegou que o suspeito fugiu da cena do crime e que já era recorrente em casos de violência contra mulher.

Corpo da vítima foi enterrado nessa quarta-feira (10). Jheinifer foi sepultada no cemitério Jardim da Saudade, em Porto Franco.

Defesa. O UOL contatou a Defensoria Pública do Maranhão, responsável pela defesa de Paulo, para saber se há algum posicionamento sobre o assunto. O espaço será atualizado tão logo haja posicionamento.

Em caso de violência, denuncie

Ao presenciar um episódio de agressão contra mulheres, ligue para 190 e denuncie.

Casos de violência doméstica são, na maior parte das vezes, cometidos por parceiros ou ex-companheiros das mulheres, mas a Lei Maria da Penha também pode ser aplicada em agressões cometidas por familiares.

Também é possível realizar denúncias pelo número 180 — Central de Atendimento à Mulher — e do Disque 100, que apura violações aos direitos humanos.

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