PUBLICIDADE
Topo
Notícias

Notícias

Rússia segue quebrando recorde de mortes diárias por covid-19

14/10/2021 12h25

Moscou, 14 out (EFE).- A Rússia manteve a tendência das últimas semanas e voltou a superar nesta quinta-feira o recorde de mortes por covid-19 em um mesmo dia, com a notificação de 986 vítimas no boletim do comitê de combate à pandemia da doença.

Nas últimas 24 horas, além disso, também foi alcançada a maior marca de casos detectados no país desde que começou a crise provocada pelo novo coronavírus. Ao todo, foram 31.299 positivos.

Moscou, principal foco da pandemia na Rússia, segue sendo a cidade com situação mais alarmante, com 73 registros a mais de mortes e 6.712 infecções a mais, o que representa uma alta de 33% na comparação com a véspera.

"Se não adotarmos medidas para restringir os contatos sociais, que levam ao aumento nos casos, e para ampliar a vacinação, nos colocamos em risco de que os números sigam aumentando", admitiu hoje o ministro da Saúde do país, Mikhail Murashko.

Já Anna Popova, chefe de Saúde Pública da Rússia, afirmou que, atualmente, há uma tendência de aumento na incidência da covid-19 em 77 das 85 regiões do território.

Ao todo, desde o início da propagação do novo coronavírus, 220.215 pessoas morreram no país por causa da infecção. Especialistas independentes, no entanto, afirmam que a quantidade pode ser até três vezes maior.

Segundo o Ministério da Saúde, a taxa de ocupação de leitos hospitalares com pacientes com sintomas da covid-19 é de 90%.

De acordo com o site "gogov.ru", que apresenta dados sobre a campanha de vacinação contra a doença na Rússia, até o momento 45.407.284 de pessoas, o que representa 31,1% da população do país, conta com esquema completo de imunização.

Além disso, 50.055.799, ou seja, 34% dos habitantes russos, tiveram aplicadas uma dose, ao menos, de vacina.

Segundo o site, na semana passada, foram imunizadas, em média, 123.264 pessoas no país. Nesse ritmo, para que 60% da população adulta tenha esquema completo, seriam necessários 155 dias a partir de hoje. EFE

Notícias