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Biden garante que EUA doarão vacinas contra covid-19 em troca de nada

10/06/2021 18h05

Plymouth (Reino Unido), 10 jun (EFE).- O presidente americano, Joe Biden, afirmou nesta quinta-feira que os Estados Unidos não pedirão nada em troca pelas vacinas contra a covid-19 que doarão a outros países.

Em declarações à imprensa que o acompanha na cúpula do G7 em Cornwall, no Reino Unido, Biden anunciou formalmente a compra e a doação por parte dos EUA de 500 milhões de vacinas da Pfizer. Os imunizantes serão entregues a países de baixa renda.

"Nossas doações de vacinas não incluem pressões por favores", disse o mandatário, ao acrescentar que os EUA estão tomando a iniciativa para salvar vidas e "para acabar isto (a pandemia)".

O mandatário comentou que o governo americano adotou a medida porque é "sua responsabilidade" e tem "a obrigação humanitária' de salvar todas as vidas que puder.

Biden enfazitou que, enquanto a pandemia continuar, ainda haverá o risco de surgirem novas mutações do coronavírus Sars-CoV-2, e lembrou o impacto dos contágios no crescimento da economia global, no aumento da instabilidade e no enfraquecimento dos governos.

"Os EUA querem ser o arsenal de vacinas no combate à covid-19, como quando foi o arsenal da democracia durante a 2ª Guerra Mundial", declarou.

De acordo com Biden, esta é a maior compra individual e também a maior doação de vacinas de covid-19 já feita por um país.

Os Estados Unidos começarão a enviar as doses em agosto, para que 200 milhões sejam entregues até o final do ano e o resto no primeiro semestre de 2022.

As vacinas serão distribuídas através do consórcio Covax, da Organização Mundial da Saúde (OMS). A Pfizer produzirá as doses em várias de suas fábricas nos EUA, como as de Kalamazoo (Michigan), MacPherson (Kansas), Chesterfield (Misuri) e Andover (Massachusetts).

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