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G7 busca unidade frente a ameaças mundiais

04/05/2021 07h09

Londres, 4 Mai 2021 (AFP) - Os ministros das Relações Exteriores do G7 se reúnem em Londres, nesta terça-feira (4), de forma presencial pela primeira vez em mais de dois anos, com o objetivo de chegar a respostas conjuntas para as ameaças mundiais.

China, Mianmar, Líbia, Síria e Rússia estão na agenda de negociações dos chefes da diplomacia dos países ricos, na antessala da cúpula de chefes de Estado e de Governo que acontece no próximo mês no sudoeste da Inglaterra.

Também vão tratar da violência na Etiópia, de Irã e Coreia do Norte, Somália, Sahel e Bálcãs, "problemas geopolíticos urgentes que minam a democracia, a liberdade e os direitos humanos", segundo o governo britânico.

O ministro britânico das Relações Exteriores, Dominic Raab, reuniu-se com o secretário de Estado americano, Antony Blinken, na segunda-feira (3), pedindo uma abordagem unificada.

"A presidência britânica do G7 é uma oportunidade para aglutinar as sociedades democráticas e abertas e dar sinais de unidade neste momento tão necessário para enfrentar os desafios comuns e as ameaças crescentes", declarou Raab em um comunicado.

O secretário de Estado dos EUA reiterou o compromisso do governo Joe Biden com "uma ordem internacional fundada em regras" para lidar com um amplo leque de problemas que vão desde a mudança climática até a recuperação pós-pandemia.

Os encontros entre os participantes serão realizados seguindo um rígido protocolo, devido à pandemia do coronavírus, com delegações reduzidas, máscaras, distância física e telas transparentes.

Com mais de 127.500 mortos desde o início da pandemia, o Reino Unido suspende progressivamente suas restrições, à medida que a campanha de vacinação avança, e o número de casos de contágio diminui. Enquanto isso, outros países se encontram em plena escalada da pandemia.

Essas disparidades geraram apelos por uma ação internacional reforçada, em particular um maior acesso às vacinas.

"Nenhum dos desafios que enfrentamos pode ser eficazmente superado por um único país agindo sozinho, nem mesmo os Estados Unidos, ou o Reino Unido", disse Blinken em entrevista coletiva conjunta com Raab na segunda-feira.

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