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Secretária do Tesouro dos EUA espera volta ao pleno emprego em 2022

Governo americano adotou uma série de medidas fiscais para vencer a pandemia e viabilizar a recuperação econômica com rapidez - Gary Hershorn/Corbis via Getty Images
Governo americano adotou uma série de medidas fiscais para vencer a pandemia e viabilizar a recuperação econômica com rapidez Imagem: Gary Hershorn/Corbis via Getty Images

Ricardo Leopoldo

São Paulo

06/04/2021 14h50

A secretária do Tesouro norte-americano, Janet Yellen, espera que os Estados Unidos retomem o pleno emprego em 2022. Segundo ela, o governo do presidente Joe Biden decidiu agir "de forma grande", com uma série de medidas fiscais para vencer a pandemia e viabilizar a recuperação econômica do país com rapidez, porque os riscos da crise eram expressivos, sobretudo, para a geração de postos de trabalho em nível nacional.

De acordo com Yellen, o governo norte-americano incentiva "os países em desenvolvimento a empregar políticas fiscal e monetária para apoiar a recuperação global".

Para ela, é responsabilidade das nações avançadas lutar contra a pobreza em termos internacionais, para reduzir as dificuldades de avanço econômico e social de mercados emergentes. "Neste contexto, queremos que progresso de dívida de países em desenvolvido não seja revertido. Esperamos que ocorra avanço da alocação de (reservas) de SDR do FMI" comentou, referindo-se à sigla em inglês para Direitos Especiais de Saque - a unidade monetária empregada pelo Fundo Monetário Internacional para repassar recursos a países-membros.

Janet Yellen também apontou que o presidente Joe Biden está muito focado em medidas para combater a mudança climática, que farão parte, inclusive, do novo plano de investimentos em infraestrutura, de US$ 2,25 trilhões. "Os EUA estão muito comprometidos para cumprir objetivos do acordo de Paris. Precisamos assegurar que países em desenvolvimento possam atingir objetivos climáticos com crescimento. Temos de trabalhar juntos para cooperar e enfrentar tais desafios", declarou.

Ela fez os comentários em evento conjunto promovido pelo Banco Mundial e o FMI.

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