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Dimas Covas: Butantan aceita vender 30 milhões de doses da CoronaVac ao ministério

Butantan também já encomendou à companhia chinesa 20 milhões de doses a mais que serão usadas somente no estado de São Paulo - Divulgação/Instituto Butantan
Butantan também já encomendou à companhia chinesa 20 milhões de doses a mais que serão usadas somente no estado de São Paulo Imagem: Divulgação/Instituto Butantan

Eduardo Simões

03/03/2021 14h41

Instituto Butantan concordou em vender um lote adicional de 30 milhões de doses da CoronaVac, vacina contra covid-19 do laboratório chinês Sinovac, ao Ministério da Saúde e também já encomendou à companhia chinesa 20 milhões de doses a mais que serão usadas somente no estado de São Paulo, disse o presidente do instituto, Dimas Covas, hoje.

Sobre a venda do lote adicional ao ministério, Covas afirmou que falta apenas a formalização do contrato, já que o Butantan quer alterar o acordo em relação aos documentos anteriores que já garantiram a venda de 100 milhões de doses da CoronaVac à pasta, a serem entregues até agosto.

"Com relação a essas 30 milhões de doses adicionais, já houve a concordância que o Butantan vai fornecer e neste momento estamos trabalhando na questão dos contratos. Houve uma solicitação por parte do Butantan que houvesse uma modificação na forma das exigências do contrato, e isso está em andamento", disse Covas durante entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.

O Butantan quer retirar do novo acordo cláusulas previstas nos documentos anteriores que davam exclusividade ao Ministério da Saúde.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse em entrevista à Reuters no mês passado que autorizou o Butantan a adquirir mais 20 milhões de doses da CoronaVac a serem usadas somente no Estado. Nesta quarta, o presidente do Butantan disse que a encomenda já foi feita.

Doria também já manifestou interesse de comprar, somente para o Estado de São Paulo, 20 milhões de doses da vacina russa Sputnik V e do imunizante desenvolvido em conjunto pela norte-americana Pfizer com a alemã BioNTech.

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