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Advogado e ativista de direitos civis dos EUA Vernon Jordan morre aos 85 anos

7.mai.2016 - O advogado e ativista dos direitos civis Vernon Jordan (à esq.) ao lado do então presidente dos EUA Barack Obama - Joshua Roberts/Reuters
7.mai.2016 - O advogado e ativista dos direitos civis Vernon Jordan (à esq.) ao lado do então presidente dos EUA Barack Obama Imagem: Joshua Roberts/Reuters

Por Bill Trott

02/03/2021 14h15

WASHINGTON (Reuters) - Vernon Jordan, que cresceu no sul segregado dos Estados Unidos e se tornou um líder influente no movimento de direitos civis do país, na política de Washington e em Wall Street, morreu aos 85 anos, disse um jornalista do "New York Times" hoje, citando um comunicado da família.

Jordan, que em 1980 foi ferido gravemente por um atirador de elite e supremacista branco em Indiana, morreu na noite de ontem, de acordo com o comunicado, disse o jornalista Andrew Ross Sorkin no Twitter.

Jordan "faleceu pacificamente a noite passada cercado por entes queridos. Agradecemos toda a efusão de amor e afeto", disse o comunicado, segundo Sorkin.

Jordan trabalhou até depois dos 80 anos, alternando entre seus empregos no escritório de advocacia e de lobby internacional Gump Akin de Washington e na empresa de gerenciamento financeiro Lazard de Nova York. Representantes do Gump Akin não responderam de imediato a um pedido de comentário para a reportagem.

A atuação de Jordan nas engrenagens de Washington o levou até a Casa Branca, onde foi amigo próximo, colega de golfe e conselheiro do presidente Bill Clinton nos anos 1990.

Ele nunca teve um cargo formal no governo, mas ninguém sabia melhor do que Jordan como favores, acesso e pedidos funcionam em Washington. Em 2018, o jornal "Financial Times" o classificou como "um dos homens mais bem relacionados da América".

(Reportagem adicional de Susan Heavey)

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