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Vaca com três patas surpreende ao parir bezerro no interior de SP

Vaca sofreu um acidnete m julho de 2020 e foi acolhida por ONG, que desconhecia prenhez - Reprodução/Facebook
Vaca sofreu um acidnete m julho de 2020 e foi acolhida por ONG, que desconhecia prenhez Imagem: Reprodução/Facebook
do UOL

Colaboração para o UOL, em São Paulo

23/02/2021 12h31

Uma vaca que perdeu uma pata dianteira após sofrer um acidente em julho do ano passado surpreendeu ao parir um bezerro, na manhã de domingo (21), em Taubaté (SP), em um abrigo de animais.

Mahara, como foi batizada em 13 de julho, quando foi acolhida pela ONG Santuário Filhos de Shanti, no interior de São Paulo, havia sido submetida a uma cirurgia de amputação da pata dianteira esquerda após ser atropelada e correr risco de morte.

O que os cuidadores do Santuário não sabiam era que Mahara estava prenhe — o que parecia impossível diante das circunstâncias do acidente, de acordo com Rosangela Coelho, a presidente da organização.

"Parece mesmo impossível, mas aconteceu e ela não demonstrou em momento algum que carregava um bebê no seu ventre", disse Coelho.

"Mahara chegou no santuário meses atrás após ser atropelada e fraturada, estava com úbere cheio de leite, provavelmente estava amamentando. Nunca soubemos do seu bebê. Ela perdeu a perna fraturada e vive muito bem adaptada conosco", conta.

A mulher diz que acordou assustada no domingo após o colaborador Jorginho entrar no seu quarto dizendo que "a vaca de três pernas está tendo um bebê". Em seguida, ela pulou da cama, achando que algum cavalo teria agredido Mahara. "Saltei, me troquei rapidamente e imaginei que algum cavalo tivesse batido nela e estava com prolapso de útero ou intestino", narra.

Ao ver acena do parto, Coelho não teve dúvidas, olhou para Jorginho, que, prontamente, disse: "Você sabe o que tem que fazer". E mesmo sem ter realizado nenhum parto antes, ela assumiu a responsabilidade: "Pedi pro Jorginho alcançar uma corda e segurá-la para que eu fizesse o parto. Eu nunca fiz um parto antes, eu não sabia a intensidade de força que devia fazer mas num momento ritualístico de conexão com o feminino da natureza, eu me vi em Mahara pra sentir o tanto de força que poderia suportar", conta a presidente da ONG.

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