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Mourão diz que quem fura fila da vacina não tem caráter

Vice-presidente Hamilton Mourão fez críticas aos brasileiros que não são do grupo prioritário e se vacinaram contra a covid-19 - Isac Nóbrega/PR
Vice-presidente Hamilton Mourão fez críticas aos brasileiros que não são do grupo prioritário e se vacinaram contra a covid-19 Imagem: Isac Nóbrega/PR
do UOL

Hanrrikson de Andrade

Do UOL, em Brasília

22/01/2021 10h54Atualizada em 22/01/2021 10h58

O vice-presidente, general Hamilton Mourão, criticou hoje os brasileiros que estão furando a fila da vacinação contra a covid-19 e declarou que, se as pessoas respeitarem as regras e a prioridade para grupos de risco, o país chegaria ao final do ano com 150 milhões de imunizandos e em uma "situação bem confortável".

"É necessário também que as pessoas se conscientizem de que tem que comparecer de acordo com o seu grupo para ser vacinado e não atropelar o processo. Isso aí denota uma falta de solidariedade e uma falta até, digamos assim, de caráter da pessoa que faz isso", afirmou ele na chegada ao gabinete da Vice-Presidência, na manhã de hoje, no Palácio do Planalto.

"Se cada um avançar na hora que está previsto, vamos chegar ao final do ano com 150 milhões de pessoas vacinadas e uma situação bem confortável."

Mourão minimizou os problemas relacionados à logística de entrega das vacinas compradas no exterior e também da aquisição de insumos para produção de imunizantes em território nacional. Na visão do vice, "o mundo inteiro" está lidando com desafios nesse sentido.

"Eu já expliquei aqui para vocês. Essa corrida da vacina está, digamos assim, causando problema no mundo inteiro. É uma quantidade enorme de gente a ser vacinada. A quantidade de insumos produzidos não é dentro das necessidades."

"Todos os países estão enfrentando problemas dessa natureza. A partir do momento em que conseguirmos entrar no modo contínuo da chegada dos insumos, vamos avançar na vacinação", completou.

O general também comentou os planos do novo presidente americano, Joe Biden, que tomou posse na última quarta-feira (20), de vacinar 100 milhões de pessoas nos primeiros cem dias de governo.

"É importante que vocês acompanhem o placar mundial de vacinação. A última vez que eu vi foi na quarta-feira. Estávamos com 46 milhões de pessoas no mundo inteiro. O presidente americano prometeu vacinar 100 milhões nos primeiros cem dias. Isso é um milhão de pessoas por dia. Ísso é uma coisa difícil em um país que não tem um sistema de saúde capilarizado como é o nosso."

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