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1 mês

Sinovac aumenta capacidade de produção da CoronaVac na China

O imunizante é fabricado da maneira tradicional, com uma versão inativada do Sars-CoV-2 - PAULO GUERETA/ESTADÃO CONTEÚDO
O imunizante é fabricado da maneira tradicional, com uma versão inativada do Sars-CoV-2 Imagem: PAULO GUERETA/ESTADÃO CONTEÚDO
do UOL

ANSA

21/01/2021 14h43

A farmacêutica chinesa Sinovac Biotech, que produz a CoronaVac, informou que está aumentando sua capacidade de produção da vacina contra a covid-19 para atingir a meta de um bilhão de doses por ano e garantir um fornecimento global.

"A Sinovac recebeu diversos pedidos de compra da vacina do Brasil, Indonésia, Turquia, Chile e outros países e regiões do mundo e a empresa está fazendo todos os esforços para ampliar a capacidade de produção. Esperamos que a vacina proteja cada vez mais pessoas no mundo", disse o presidente e CEO da Sinovac, Yin Weidong, em uma entrevista para a agência de notícias chinesa Xinhua.

Conforme informou o responsável pela farmacêutica, a empresa construiu uma segunda linha de produção da CoronaVac, que será inaugurada em fevereiro, para atingir a produção anual prevista.

Na entrevista, Yin ainda confirmou que a marca exportará uma "série de produtos semiacabados de vacinação para alguns países e ajudará a construir linhas de envase e embalagem localmente em nações importadoras para melhorar a capacidade de produção e eficiência".

"Estamos enfrentando uma série de incertezas ligadas à pandemia de coronavírus e a demanda por vacinas, às quais não poderemos responder com o tradicional modelo empresarial baseado na oferta e procura. As vacinas são bens públicos e precisamos assumir nossa responsabilidade social", finaliza Yin.

Além de ter sido aprovada para uso emergencial na China, a CoronaVac também já recebeu essa autorização no Brasil, Indonésia, Turquia e Chile.

O imunizante é fabricado da maneira tradicional, com uma versão inativada do Sars-CoV-2, e tem seu transporte possível em temperatura de 2°C e 8°C - valores de uma geladeira comum. Outro benefício é o custo das doses, que ficam na faixa dos US$ 5, contra os US$ 20 a US$ 30 daquelas que usam a tecnologia do RNA mensageiro.

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