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Governo de SP alerta para falsas plataformas de pré-cadastro para vacinação

Andreza Galdeano

São Paulo

19/01/2021 10h32

O governo do Estado de São Paulo fez um alerta para a população não acessar falsas plataformas de pré-cadastro para a vacinação contra a covid-19. A gestão João Doria (PSDB) destaca que o site oficial é o Vacina Já (https://vacinaja.sp.gov.br/). "O Vacina Já tem o domínio do governo (.gov.br). Não tem como fraudar isso. É um site verdadeiro. Estamos lidando com fake news desde o início da pandemia, então precisamos estar atentos", explica Eduardo Pugnali, secretário executivo de Comunicação de São Paulo.

Segundo ele, o governo tem uma equipe multidisciplinar para lidar com as notícias falsas que circulam nas redes sociais. "Nós apuramos, avaliamos os conteúdos e, se necessário, divulgamos em nossos canais de comunicação", diz.

"Chegamos até a envolver o pessoal da área da ciência algumas vezes, já que muitas notícias falsas são bem elaboradas", conta. Atualmente o grupo conta com cerca de 15 pessoas para monitorar as redes sociais e apurar denúncias recebidas.

O governo do Estado de São Paulo lançou o Vacina Já no último domingo, 17, para agilizar o processo de imunização contra a covid-19. Na plataforma, usuários podem fazer um pré-cadastro antes de receber a vacina. Em menos de 24 horas, cerca de 500 mil pessoas já completaram o formulário.

O cadastro não será utilizado como agendamento, mas deve facilitar o atendimento nos locais de vacinação e visa evitar aglomerações. "O pré-cadastro pelo site pode agilizar o processo. Quando você chega para tomar a vacina, precisa fazer um cadastro e preencher um questionário de saúde. Quem optar pelo formulário online terá que responder presencialmente apenas o questionário", comenta Pugnali. "Você pode até fazer o cadastro na fila, enquanto espera a sua vez", indica.

De acordo com Regiane de Paula, coordenadora de controle de doenças infecciosas da Secretaria da Saúde, "é muito importante que a população fique atenta" ao site do governo. Ela destaca que o cadastro não dá garantias e deve ser focado nos atuais grupos prioritários da campanha: profissionais da saúde e indígenas.

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