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Deputada republicana vai à sessão da Câmara com máscara escrito censurada

A deputada republicana Marjorie Taylor Greene foi à sessão da Câmara usando máscara com a palavra "censurada" - Stefani Reynolds/ Getty Images/ AFP
A deputada republicana Marjorie Taylor Greene foi à sessão da Câmara usando máscara com a palavra "censurada" Imagem: Stefani Reynolds/ Getty Images/ AFP
do UOL

Do UOL, em São Paulo

13/01/2021 17h20

A deputada republicana Marjorie Taylor Greene foi à sessão da Câmara, que discute o impeachment do presidente Donald Trump, usando uma máscara de proteção facial escrito "censurada".

Aliada fiel a Trump, Greene tem feito discurso crítico ao Twitter depois que a rede social decidiu banir o presidente americano permanentemente —a empresa justificou a suspensão da conta de Trump, que tinha mais de 88 milhões de seguidores, devido "ao risco de mais violência", acusado de incitar os manifestantes que invadiram o Capitólio na semana passada. Cinco pessoas morreram.

Após o episódio, um processo de impeachment foi aberto contra Donald Trump. Ao menos dois deputados republicanos anunciaram publicamente que irão votar a favor da destituição.

Considerada a número 3 do partido Republicano, a deputada Liz Cheney disse em um comunicado enviado à imprensa que Trump convocou os manifestantes e "acendeu a chama deste ataque".

"Tudo o que se seguiu foi obra dele. Nada disso teria acontecido sem o presidente. O presidente poderia intervir imediata e energicamente para deter a violência. Ele não fez. Nunca houve uma traição maior por parte de um Presidente dos Estados Unidos de seu cargo e seu juramento à Constituição", disse ela. Cheney é filha do ex-vice-presidente e secretário de Defesa Dick Cheney.

O deputado John Katko também disse hoje, em mensagem no Twitter, que apoiará o impeachment do atual presidente.

"Não se pode ignorar que o presidente Trump encorajou essa insurreição — tanto nas redes sociais antes de 6 de janeiro, quanto em seu discurso naquele dia. Ao promover deliberadamente teorias infundadas, sugerindo que a eleição foi de alguma forma fraudada, o presidente criou um ambiente explosivo de desinformação, privação de direitos e divisão ", afirmou Katko.

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