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Novos casos de Covid na Itália atingem mínimo em um mês

29/11/2020 14h28

Resumo da notícia

  • País registrou neste mais 20.648 casos e 541 mortes na pandemia
  • Itália soma 734.503 curados e 795.771 contágios ativos, o equivalente a 1,3% da população nacional.
  • Com sinais de desaceleração na segunda onda da pandemia, ministro da Saúde autorizou três regiões a flexibilizarem lockdown

A Itália registrou neste domingo (29) mais 20.648 casos e 541 mortes na pandemia do coronavírus Sars-CoV-2, elevando os totais de contágios e óbitos para 1.585.178 e 54.904, respectivamente.

No último sábado (28), o boletim do Ministério da Saúde havia contabilizado 26.323 diagnósticos positivos e 686 vítimas. O número de casos deste domingo é o menor no país desde 26 de outubro, com 17.012.

A Itália também soma 734.503 curados e 795.771 contágios ativos, o equivalente a 1,3% da população nacional. A média móvel de casos em sete dias manteve a tendência de queda e chegou a 25.191, menor valor desde 31 de outubro (24.992), enquanto a de óbitos oscilou de 729 para 726.

Com os sinais de desaceleração na "segunda onda" da pandemia, o ministro da Saúde, Roberto Speranza, autorizou três regiões a flexibilizarem o lockdown a partir deste domingo: Calábria, Lombardia e Piemonte, que agora são consideradas "áreas laranja".

Essa cor é a penúltima na escala de risco do governo, com regras que incluem proibição de deslocamentos intermunicipais e fechamento de restaurantes, mas os cidadãos podem circular livremente em suas cidades de residência. Além disso, o comércio está autorizado a funcionar nas áreas laranja.

Em Turim, capital do Piemonte, as ruas do centro já registraram aglomerações de pessoas aproveitando a reabertura das lojas e a "Black Friday" prolongada.

"Para nós, é puro oxigênio", disse o dono de um negócio de roupas no coração da cidade. "Estou aproveitando os descontos para as compras de Natal, nunca se sabe quando vão fechar tudo de novo", reforçou uma idosa.

Outras quatro regiões (Abruzzo, Campânia, Toscana e Vale de Aosta), além da província de Bolzano, ainda são consideradas "zonas vermelhas" e vivem em regime de lockdown, com proibição de sair de casa a não ser por motivos de trabalho ou urgência e comércio não essencial fechado.

Além disso, está em vigor um toque de recolher noturno em todo o território nacional. (ANSA).

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