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Itália quebra sequência de recordes, mas tem 17 mil casos em 24h

26/10/2020 13h31

SÃO PAULO, 26 OUT (ANSA) - Após bater recorde de novos casos do coronavírus Sars-CoV-2 por cinco dias consecutivos, a Itália registrou 17.012 contágios nesta segunda-feira (26), cerca de 4,2 mil a menos no último domingo (25).   

No entanto, segunda-feira costuma ser o dia com menos casos em toda a semana, já que reflete o represamento dos dados de sábado e domingo devido à redução da carga de trabalho dos laboratórios - foram 37 mil exames a menos em relação ao dia anterior.   

Na segunda passada (12), a Itália teve 9.338 diagnósticos positivos, pouco mais da metade do número de hoje. De acordo com o boletim do Ministério da Saúde, o país totaliza 542.789 casos de Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.   

Também foram registrados 141 óbitos em 24 horas, contra 128 de domingo, elevando o total de vítimas confirmadas do novo coronavírus em solo italiano para 37.479. O número de mortes nesta segunda é equivalente às cifras diárias da quinzena final de maio, quando o país havia acabado de sair do lockdown.   

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, a Itália tem 268.626 pacientes curados e 236.684 casos ativos, número recorde desde o início da pandemia. Desse total, 1.284 pessoas estão internadas em UTIs, maior cifra desde 7 de maio (1.311), ainda antes do fim da quarentena.   

No último domingo, o maior sindicato de médicos hospitalares do país alertou que as unidades de terapia intensiva para Covid-19 podem ficar saturadas já na segunda semana de novembro.   

A tendência de alta na curva epidemiológica fez o primeiro-ministro Giuseppe Conte anunciar novas medidas restritivas válidas a partir desta segunda-feira, como o fechamento de academias, piscinas, teatros e cinemas e a limitação do horário de funcionamento de bares e restaurantes.   

Outras regiões foram ainda mais longe e já decretaram toque de recolher noturno, como Lombardia, Lazio e Campânia - esta última ainda deve impor um lockdown regional nos próximos dias. (ANSA).   

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