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Brasil tem 153.885 mortos por covid-19, com 195 novos óbitos em 24 h

Entre ontem e hoje, 8.874 pessoas receberam o diagnóstico da doença no país - Bruna Prado/Getty Images
Entre ontem e hoje, 8.874 pessoas receberam o diagnóstico da doença no país Imagem: Bruna Prado/Getty Images
do UOL

Do UOL, em São Paulo

18/10/2020 19h18Atualizada em 18/10/2020 20h42

Até este domingo (18), 153.885 pessoas morreram por causa da covid-19 no Brasil —destes óbitos, 195 foram notificados nas últimas 24 horas. As informações são do consórcio de veículos de imprensa do qual o UOL faz parte.

Entre ontem e hoje, as secretarias de Saúde estaduais receberam 8.874 notificações de diagnóstico da doença no país. No total, são 5.232.541 infectados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia.

A média móvel de mortes, calculada com base nos números de mortos dos últimos sete dias, é de 483, o que representa queda (-27%) em relação à variação de 14 dias atrás.

Esses dados não levam em conta as informações de Goiás, Rondônia, e Minas Gerais. Os dois primeiros não divulgaram seus números hoje por conta de uma instabilidade na plataforma do Ministério da Saúde, e Minas Gerais não atualiza os números da covid-19 aos domingos.

Em nota, a pasta explicou: "Houve um problema na atualização dos dados do sistema e-SUS notifica nos estados RO, PE, PB e GO. O Datasus está trabalhando para resolver o problema. Os dados estão preservados, e serão atualizados no boletim amanhã".

O consórcio teve acesso aos dados de Pernambuco e Paraíba.

Dados do governo

O Ministério da Saúde registrou hoje 230 novos óbitos por covid-19. Agora, são 153.905 mortes relacionadas ao novo coronavírus no país.

Desde o início da pandemia, 5.235.344 pessoas receberam o diagnóstico da doença no Brasil. Desse número, 10.982 notificações aconteceram entre ontem e hoje.

Eficácia de vacina chinesa só poderá ser avaliada em dezembro

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantã, afirmou que os testes de segurança da vacina Coronavac, desenvolvida pelo laboratório em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, estão de acordo com o esperado. No entanto, só será possível avaliar a eficácia no final do ano.

"Eficácia ainda não dá para falar porque temos de esperar as pessoas terem contato com o vírus. Pela minha impressão, acho que teremos dados conclusivos mais para o fim do ano, entre novembro e dezembro", disse ao Estadão.

As conclusões sobre eficácia —ou seja, o quanto a vacina de fato protege as pessoas— dependem da ocorrência de um número mínimo de infecções por covid-19 entre os voluntários.

Esse prazo afasta ainda mais a possibilidade de a vacinação acontecer ainda neste ano, já que após a conclusão dos testes ainda será necessário aguardar o prazo para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) analise as informações e emita o registro do produto.

Veículos se unem pela informação

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, G1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes recentes de autoridades e do próprio presidente colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

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